Final de ano!

Posted by João Luis

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Feliz Natal e Prospero Ano Novo! 07/12/16 

População Brasileira

Posted by João Luis

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Introdução 

A população brasileira atual é de 206,1 milhões de habitantes (Pnad 2016 - IBGE). Segundo as estimativas, no ano de 2025, a população brasileira deverá atingir 228 milhões de habitantes. A população brasileira distruibui-se pelas regiões da seguinte forma: Sudeste (86,3 milhões), Nordeste (56,9 milhões), Sul (29,4 milhões), Norte (17,7 milhões) e Centro-Oeste (15,6 milhões).

Taxa de Natalidade e de Mortalidade


Se observarmos os dados populacionais brasileiros, poderemos verificar que a taxa de natalidade tem diminuído nas últimas décadas. Isto ocorre, em função de alguns fatores. A adoção de métodos anticoncepcionais mais eficientes tem reduzido o número de gravidez. A entrada da mulher no mercado de trabalho, também contribuiu para a diminuição no número de filhos por casal. Enquanto nas décadas de 1950-60 uma mulher, em média, possuía de 4 a 6 filhos, hoje em dia um casal possui um ou dois filhos, em média.


A taxa de mortalidade também está caindo em nosso país. Com as melhorias na área de medicina, mais informações e melhores condições de vida, as pessoas vivem mais. Enquanto no começo da década de 1990 a expectativa de vida era de 66 anos, em 2013 foi para 74,9 anos (dados do IBGE).


A diminuição na taxa de fecundidade e aumento da expectativa de vida tem provocado mudanças na pirâmide etária brasileira. Há algumas décadas atrás, ela possuía uma base larga e o topo estreito, indicando uma superioridade de crianças e jovens. Atualmente ela apresenta características de equilíbrio. Alguns estudiosos afirmam que, mantendo-se estas características, nas próximas décadas, o Brasil possuirá mais adultos e idosos do que crianças e jovens. Um problema que já é enfrentado por países desenvolvidos, principalmente na Europa.

Mortalidade Infantil


Embora ainda seja alto, o índice de mortalidade infantil diminui a cada ano no Brasil. Em 1995, a taxa de mortalidade infantil era de 66 por mil. Em 2005, este índice caiu para 25,8 por mil. Já no íltimo Censo feito pelo IBGE em 2010, o índice verificado foi de 15,6 por mil.

Para termos uma base de comparação, em países desenvolvidos a taxa de mortalidade infantil é de, aproximadamente, 5 por mil. 


Este índice tem caído no Brasil em função, principalmente, de alguns fatores: melhorias no atendimento à gestante, exames prévios, melhorias nas condições de higiene (saneamento básico), uso de água tratada, utilização de recursos médicos mais avançados, etc.


Outros dados da População brasileira 

- Crescimento demográfico: 0,80% ao ano (entre 2015 e 2016) - Fonte PNAD IBGE (2016)

- Expectativa de vida: 73,4 anos **

- Taxa de natalidade (por mil habitantes): 20,40 *

- Taxa de mortalidade (por mil habitantes): 6,31 *

- Taxa de fecundidade total: 1,74 ***

- Estrangeiros no Brasil: 0,23% **

- Estados mais populosos: São Paulo (44,7 milhões), Minas Gerais (21 milhões), Rio de Janeiro (16,6 milhões), Bahia (15,2 milhões) e Rio Grande do Sul (11,2 milhões). - Fonte: PNAD IBGE 2016 - estimativa

- Estados menos populosos: Roraima (514,2 mil), Amapá (782,3 mil) e Acre (816,6 mil). - Fonte PNAD IBGE (2016) - estimativa

- Capital menos populosa do Brasil: Palmas-TO (279,8 mil) - Fonte PNAD IBGE (2016) - estimativa

- Cidade mais populosa: São Paulo-SP (12,03 milhões) Fonte: PNAD IBGE 2016 - estimativa

- Proporção dos sexos: 98,4 milhões de homens e 104,7 milhões de mulheres. (Pnad 2014 - IBGE)

- Vivem na Zona Urbana: 172,8 milhões de habitantes, enquanto que na Zona Rural vivem 30,3 milhões de brasileiros. (Pnad 2014 - IBGE).

- Pessoas que vivem sozinhas: 14,4% ***


Fontes: IBGE  * 2005 , ** Censo 2010, *** IBGE (Síntese de Indicadores Sociais 2015, referente ao ano de 2014)


Etnias no Brasil (cor ou raça)


Pardos: 43,1%
Brancos: 47,7%
Negros: 7,6%
Indígenas: 0,4%
Amarelos: 1,1%

Bons estudos! 14/09/16 

Venezuela reage à decisão do Mercosul sobre presidência conjunta do bloco

Posted by João Luis

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A Venezuela reagiu nesta quarta-feira (14) à decisão dos chanceleres do Mercosul de não permitir que o país exerça a presidência pro tempore do bloco. Nesta terça-feira (13), Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai anunciaram que o grupo regional será comandado conjuntamente por eles pelos próximos seis meses.
Pelas regras do Mercosul, a Venezuela deveria ter assumido a presidência rotativa em julho, depois do fim do mandato do Uruguai. No entanto, segundo os demais integrantes do bloco, o país de Nicolás Maduro descumpriu compromissos assumidos no Protocolo de Adesão ao Mercosul, assinado em Caracas em 2006, o que impede a transferência.
A ministra de Relações Exteriores da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse hoje que o governo venezuelano manterá sua luta em defesa do tratado constitutivo do Mercosul, que prevê a troca da presidência pro tempore a cada seis meses e por ordem alfabética.
A chanceler venezuelana considera que o país está no exercício pleno do comando do Mercosul desde o fim de julho e rechaça a declaração conjunta divulgada ontem pelosparceiros do bloco, que, segundo ela, “enfraquece a legalidade” da organização.
“No Mercosul, as decisões se adotam por consenso e respeitando as normas de funcionamento. Não permitiremos violações dos tratados. Tentar destruir o Mercosul mediante artimanhas antijurídicas é reflexo da intolerância política e desespero de burocratas”, escreveu a ministra em sua conta no Twitter.
O Mercosul cada vez mais demonstra sua fragilidade politica nas suas relações intra bloco. A bola da vez é a Venezuela que atravessa uma forte crise econômica e não consegue cumprir as normas da união aduaneira do bloco. Comente a importância de tal fato. 14/09/16 

"Usinas nucleares da Patagônia serão construídas por chineses"

Posted by João Luis

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 A estratégia de Cristina Kirchner se mantém nessa relação?
- A mudança mais importante é que teremos outro tipo de relação. Até agora se tratava do envio de matérias-primas alimentares e da importação de produtos terminados. Isso nós temos que modificar. Cerca de 86,5% de nossas exportações são bens primários concentrados em 20 exportadores. Do lado chinês, 99,5% são produtos com valor agregado, que provêm de 3.000 empresas abastecedoras. O desequilíbrio é absoluto. Há coisas que não podem se repetir. Uma grande empresa ferroviária chinesa com contratos cumpridos ou a cumprir por um montante de US$ 4,5 bilhões de abastecimento para a Argentina tem duas pessoas trabalhando no país. Dá para imaginar a Volkswagen vendendo esse montante sem fabricar na China? Não. Então nós temos que sair de um esquema de abastecimento e passar para um esquema de parcerias. Para que construam indústrias aqui.
- Isso é possível?
- Nós temos que mudar as nossas ideias obsoletas sobre a China. Nos supermercados chineses há produtos do mundo e são muito caros. Não existe um problema de competitividade. Há 300 milhões de chineses que participam do sistema de compras diversificadas, eles são sofisticados. Demandam produtos como queijos e iogurte. A Argentina tem hoje uma nova realidade macroeconômica, mas necessita de uma grande iniciativa privada que entenda que temos condições extraordinárias para exportar para a China.
- A (siderúrgica) Techint diz que a China é uma ameaça para a indústria...
- A Techint faz essa confusão por causa de um problema que existe na indústria siderúrgica. A China é consciente da crise siderúrgica e tem um programa para demitir 400.000 empregos do setor. O conflito existe, mas é um erro dizer que a relação com a China se reduz a isso. A China é uma enorme oportunidade. Sua estratégia é exportar menos e fortalecer seu mercado interno. A Argentina tem que mudar de parceiro na China. Ou seja, deixar os porcos, que são os que comem a soja, e substituí-los pelos supermercados, chegar ao consumidor chinês. A Argentina é marca em termos de produção de alimentos.
- As usinas nucleares serão construídas?
- Os contratos das duas usinas nucleares, Atucha III e Aucha IV, foram revisados e continuam em vigor. E por manifestação expressa do chanceler chinês existe um compromisso de uso civil do observatório do espaço em Neuquén. O chanceler chinês disse que não pode haver nenhum desvio em um observatório cujo destino é exclusivamente o uso civil.
- E as represas da Patagônia?
- Esse foi o motivo central da presença da chanceler argentina Susana Malcorra (recentemente na China). A represa com dois diques foi renegociada, foi feito um ajuste em termos de potência por dano ambiental e eles aceitaram. O contrato que foi renegociado com participação ativa do sócio chinês continua. O presidente Macri irá ao G-20 de 14 a 16 de setembro e terá uma nova reunião com seu par Xi Jimping. E em março de 2017, Xi Jimping fará uma visita de Estado à Argentina.
Onde a China vai parar? 09/06/16

Turquia exige passos da União Europeia para a suspensão do regime de vistos

Posted by João Luis

Ancara continua negociando com Bruxelas a suspensão do regime de vistos e espera que a União Europeia tome medidas nesse sentido em breve, disse o porta-voz do presidente turco, Ibrahim Kalin.
No dia 18 de março, as partes coordenaram um acordo para aliviar a crise de migração na região, que prevê que a União Europeia retorne à Turquia todos os imigrantes ilegais que chegam à costa grega.
"As negociações entre Turquia e a União Europeia sobre a legislação antiterrorista e o acordo de readmissão continuam e esperamos que a União Europeia dê passos relativos ao tema dos vistos Schengen nos próximos dias", disse ele a repórteres.
Em contrapartida, os países do bloco europeu concordaram em aceitar um refugiado sírio para cada imigrante que retorna, além de acelerar a liberalização de vistos para os cidadãos turcos e as negociações sobre a adesão da Turquia ao bloco europeu.
A Comissão Europeia propôs em maio passado ao Parlamento Europeu e ao Conselho da União Europeia remover as restrições de cidadãos da Turquia sobre vistos, caso Ancara encontre até o final de junho de 2016 compromissos, em particular na luta contra o a corrupção, a assinatura de um acordo com a Europol, cooperação judiciária com os membros da UE e adatação da sua legislação antiterrorista com os padrões europeus.´
O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, por sua vez, ameaçou abandonar o acordo de imigração se a UE tornar mais fácil para os cidadãos turcos viajar sem visto,  afirmando que Ankara não irá rever a legislação anti-terrorismo.
E a saga continua na Europa.  O que fazer para conter a entrada de imigrantes refugiados de áreas de conflitos? Comente a temática! 09/06/16

Sobe para 654 o número de mortos por terremoto no Equador

Posted by João Luis

Tragédia tem 58 desaparecidos e quase 12.500 feridos.
Desde o terremoto, outros 700 tremores secundários ocorreram.

 

Placa Sul Americana x Nazca

 

O número de mortos pelo terremoto de 7,8 graus que atingiu a costa norte do Equador há uma semana subiu para 654, informou o governo. Há outras 58 pessoas desaparecidas, segundo dados oficiais.
A tragédia, a pior em quase 70 anos, deixou quase 12.500 feridos, 26 mil desabrigados e bilhões de dólares em perdas que irá afetar a economia do menor país da Opep, já em dificuldades. O número de pessoas resgatadas era de 113 até este domingo.
"Têm sido dias tristes para o país. O país está em crise", disse na véspera o presidente mostrando uma foto com números atualizados durante sua habitual falara para rádio e televisão. "Neste momento de crise precisamos muito calma, dedicação, sacrifício, mas com grande eficiência e eficácia."
Desde que o terremoto de magnitude 7,8 atingiu a costa do Equador no sábado passado, mais de 700 tremores secundários ocorreram, forçando as pessoas a abandonar suas casas ou dormir ao ar livre com medo de que suas casas caiam.
Segundo Correa, o país precisa de até 3 bilhões de dólares para a reconstrução das áreas devastadas, por isso ele propôs um aumento temporários de impostos, a venda de ativos não prioritários e a emissão de títulos no mercado internacional.
O aumento de impostos não vai afetar os moradores das áreas destruídas e terá de ser aprovado pela Assembleia Nacional, na qual Correa tem maioria, no prazo máximo de um mês.
No sábado, bancos privados anunciaram a reestruturação de dívidas dos seus clientes nas áreas adjacentes ao terremoto.
Embora o presidente tenha dito que os resgates vão continuar por até mais duas semanas, o ministro do Interior, José Serrano, disse na véspera que nas últimas 48 horas de busca não foram encontrado mais sobreviventes.
As atividades sísmicas devem ser monitoradas pelos centros geológicos mundiais para a diminuição do grau de devastação de áreas mais densamente povoadas. O instituto geológico da Califórnia nos USA monitora toda a áreas do circulo do fogo do pacifico. É provável que o padrão das construções locais não estivessem preparados para tal sismicidade, tal qual como ocorreu no Haiti em 2010. Post e comente a temática! 26/04/16.

Alemanha cria primeira lei para integração de migrantes e refugiados

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A primeira-ministra alemã Angela Merkel anunciou nesta quinta-feira (14) que os partidos da coalizão do governo chegaram a um acordo e apresentaram a Lei de Integração de Migrantes e Refugiados, a primeira na história do país.
Entre as medidas, está a criação de 100 mil oportunidades de trabalho para refugiados, os chamados “empregos de 1 euro”. Solicitantes de asilo poderão realizar pequenos trabalhos, que pagam entre 1 e 2,50 euros.
Além disso, eles continuarão recebendo auxílio-moradia e apoio financeiro mensal do governo. Outra mudança implica suspensão por três anos de uma lei que dá preferência a alemães e a outros cidadãos da União Europeia na oferta de uma vaga de emprego.
Ao mesmo tempo em que flexibiliza regras para facilitar o acesso ao mercado de trabalho, a lei exige contrapartidas. Refugiados que não participarem dos cursos obrigatórios de integração, que envolvem o ensino da língua até o nível intermediário e aulas sobre política e sociedade, terão os benefícios cortados.
A proposta da lei precisa ser aprovada pelo gabinete de governo, que se reunirá no dia 24 de maio. Mas o acordo foi celebrado pela primeira-ministra e pelo vice, Sigmar Gabriel, como um “passo histórico”.
Há, contudo, críticas. A organização não governamental alemã Pró-Asilo chamou o novo pacote de “lei de desintegração”. Apesar de considerar importante o acesso facilitado ao mercado de trabalho, a organização condena as medidas punitivas e afirma que elas encorajam o preconceito de que os refugiados não querem se integrar.
“O que existe é um déficit de cursos de integração promovidos pelo governo federal, e não uma falta de vontade dos refugiados”, disse o dirigente da Pró-Asilo, Günter Burkhardt. O tempo de espera por uma vaga nesses cursos, que oficialmente é de três meses, mas pode ser mais longo, será reduzido para seis semanas, segundo o governo.
Desafios
Desde que a crise de migração e refúgio atingiu o auge, em meados de 2015, a primeira-ministra, Angela Merkel, sofreu bastante pressão dentro da própria coalizão de governo diante das políticas de abertura para refugiados.
O primeiro passo para lidar com as críticas foi liderar o polêmico acordo com a Turquia, fechado em março, para conter o fluxo migratório para a União Europeia. Implementado há apenas dez dias, ainda não é possível avaliar o plano.
É certo, porém, que o fechamento da rota dos Bálcãs, pouco antes do acordo com o governo turco, teve efeito sobre o ritmo de novas chegadas na Alemanha. Em dezembro do ano passado, foram cerca de 120 mil. Em março, pouco mais de 20 mil. Segundo o Ministério do Interior alemão, a taxa de chegadas diária está abaixo de 200 pessoas.
“O outro desafio”, disse Merkel, “é registrar e integrar esse grande número de pessoas que chegou ao país”. No ano passado, a contagem de migrantes e refugiados que entraram em território alemão atingiu o recorde de mais de um milhão e foram registrados mais de 476 mil solicitações de refúgio. Mas o debate em torno da integração de imigrantes não é novo.
Após o encontro de hoje que selou a proposta da lei, o líder parlamentar do Partido Social Democrata Alemão, que faz parte da coalizão do governo, Thomas Oppermann, escreveu no Twitter, em tom irônico: “50 anos depois do início da imigração, a Alemanha tem agora uma Lei de Integração.”
Após o fim da Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945), a Alemanha criou um esquema para trazer os chamados “Gastarbeiter” (ou “trabalhadores convidados”). Vindos principalmente da Turquia, eles tinham como função ajudar na reconstrução da Alemanha.
“Desde os anos 60, quando muitos desses trabalhadores chegaram, o governo alemão dizia 'Nós não somos um país de imigração'. E era esperado que essas pessoas, cerca de 3 milhões, fossem embora depois”, explica a historiadora alemã de origem grega Maria Alexopoulou, especialista em História da Migração. “Muitos foram, mas muitos ficaram e começaram a construir famílias. Ficaram aqui, mas não tinham a possibilidade de serem iguais.”
A historiadora coloca o conceito de “migração para trabalho, sem integração” como uma das raízes dos movimentos de extrema direita contra refugiados e muçulmanos, que têm ganhado força no país em meio à crise migratória.
Quebra de paradigma? Ou revisão de conduta da Alemanha? Post e comente a temática! 14/04/16