Após mais de um ano, navio gigante da Vale entra pela 1º vez na China

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Conheça o supernavio da Vale, maior cargueiro do mundo10 fotos

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A Vale lançou em maio o Vale Brasil, maior cargueiro do mundo, com o objetivo de reduzir os custos do transporte de minério de ferro Leia mais Agência Vale
Um navio cargueiro Valemax, da Vale, entrou em um porto no leste da China esta semana, segundo dados de navegação e fontes da indústria, marcando a primeira vez em que isso aconteceu desde que o governo do país asiático proibiu os navios em janeiro de 2012.
O Vale Malaysia de mais de 400 mil toneladas entrou no porto Lianyungang, na província de Jiangsu, na segunda-feira e partiu na quarta-feira, depois de descarregar, segundo dados de navegação e fontes com conhecimento do assunto.
A frota da Vale enfrenta forte oposição de armadores e siderúrgicas na China, que temem que os navios sejam um "cavalo de Troia" que a mineradora utilizará para monopolizar tanto o transporte quanto o mercado de minério de ferro às suas custas.
No ano passado, as empresas locais convenceram o governo chinês a proibir a entrada dos maiores cargueiros do mundo, sob a alegação de segurança e o potencial impacto sobre o mercado local de transporte marítimo.
A Vale investiu bilhões de dólares na construção dos supernavios, com capacidade para transportar até 400 mil toneladas de carga, para cortar os custos do transporte à China e competir melhor com as australianas BHP Billiton e Rio Tinto.
Comente a respeito da temática! 18/04/13

EUA e China selam pacto para acabar com poder nuclear norte-coreano

Posted by João Luis


Os chefes da diplomacia americana e chinesa se comprometeram neste sábado (13) a trabalhar conjuntamente pela desnuclearização da península coreana, durante visita do secretário de Estado americano John Kerry a Pequim. "Tratar adequadamente o problema nuclear coreano serve ao interesse comum de todas as partes", afirmou o conselheiro de Estado da China, Yang Jiechi, prometendo que Pequim trabalhará com todas as partes, incluindo os Estados Unidos.

SAIBA MAIS

  • A Coreia do Norte se tornou foco do noticiário internacional nas últimas semanas com seus alertas de uma suposta guerra nuclear iminente.


"China e Estados Unidos devem tomar medidas para alcançar o objetivos de desnuclearização na península coreana", afirmou, por sua parte, John Kerry.
Nem Yang nem Kerry deram detalhes sobre medidas concretas, mas o chanceler americano disse que outras discussões serão mantidas para saber como cumprir com este objetivo.
Depois de uma escala em Seul, onde reafirmou o apoio de Washington à Coreia do Sul, Kerry chegou hoje à capital chinesa para tentar convencer as autoridades locais a erguer o tom contra a Coreia do Norte e defender uma aproximação entre Seul e Pyongyang.
Ao ser recebido pelo presidente chinês Xi Jinping, no Grande Salão do Povo de Pequim, o secretário de Estado americano afirmou que a situação na península coreana atravessa atualmente "um momento crítico".
"Senhor presidente, trata-se claramente de um momento crítico com algumas questões que constituem grandes desafios", afirmou Kerry. "Questões relativas à península coreana, ao desafio do Irã e das armas nucleares, Síria e Oriente Médio, e as economias no mundo que precisam ser reativadas", acrescentou.

ENTENDA O CONFLITO ENTRE A COREIA DO NORTE E A COREIA DO SUL

  • Reprodução/AFP
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A China é o único aliado importante da Coreia do Norte e seu fornecedor-chave de ajuda e comércio. As autoridades chinesas são as únicas que têm influência sobre o governo de Kim Jong-Un, que ameaçou em várias oportunidades com uma guerra nuclear.
No entanto, Xi não se referiu à península coreana em suas primeiras declarações durante a reunião, limitando-se a dizer que a relação entre os Estados Unidos e a China "se encontra numa nova etapa histórica e teve um bom começo".
Na véspera, Kerry expressou o pleno apoio dos Estados Unidos ao seu aliado sul-coreano e classificou de inaceitável a retórica belicista da Coreia do Norte.

O ARSENAL NORTE-COREANO


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    A quantidade exata de armas nucleares na Coreia do Norte é uma incógnita, uma vez que o país não é signatário de tratados para controle de tecnologias para destruição em massa.

    No entanto, estima-se que o arsenal do país inclui alguns foguetes que poderiam atingir não só Seul, mas capitais como Tóquio e até mesmo bases norte-americanas no Pacífico.


"Se Kim Jong-un [líder norte-coreano] decidir lançar um míssil, seja sobre o mar do Japão ou em qualquer outra direção, estará escolhendo obstinadamente ignorar toda a comunidade internacional", disse Kerry aos jornalistas em Seul. "Seria um grande erro de sua parte, já que isolaria ainda mais o país", disse Kerry.
"Os líderes norte-coreanos devem se preparar para viver segundo as obrigações e os critérios internacionais que eles aceitaram", declarou John Kerry. "A China tem um enorme potencial para fazer a diferença sobre este tema", acrescentou.
Estados Unidos e Coreia do Sul, assim como o Japão, foram diretamente ameaçados na véspera por Pyongyang com um ataque nuclear, e tentam dissuadir o Norte de realizar um teste com um ou vários mísseis de curto e médio alcance, que atiçariam ainda mais a tensão na península coreana.
Em um ano, Pyongyang disparou dois mísseis (um deles, em dezembro, foi bem sucedido), considerados pelas potências ocidentais como testes de mísseis balísticos encobertos, e procedeu a um teste nuclear (em 12 de fevereiro), o que lhe valeu novas sanções da ONU, motivo das novas ameaças norte-coreanas.




As polêmicas do ditador norte-coreano Kim Jong-un18 fotos

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BRINCALHÃO: Foto divulgada em julho de 2012 pela agência de notícias oficial da Coreia do Norte (KCNA) mostra o líder do país, Kim Jong-un, se divertindo em parque de diversões em Pyongyang KCNA /AFP
Ignorando as advertência de seu vizinho e aliado chinês, o Norte posicionou em seu litoral oriental dois mísseis Musudan, com um alcance teórico de 4.000 km, o que supõe um ataque a objetivos em território japonês e sul-coreano - e inclusive na ilha de Guam, no Pacífico, onde os Estados Unidos têm bases navais e aéreas.
O possível disparo de um míssil poderá acontecer em torno do dia 15 de abril, dia do aniversário do nascimento do fundador da dinastia comunista, Kim Il-Sung, segundo os especialistas.
Para apaziguar a situação, os Estados Unidos cancelaram na semana passada o disparo teste de um míssil balístico intercontinental da Califórnia (oeste), o Minuteman 3. Com o mesmo espírito, Kerry desistiu de visitar na Coreia do Sul a localidade fronteiriça de Panmunjom, onde foi assinado o armistício que pôs fim à Guerra da Coreia (1950-1953).
Depois da China, Kerry viajará ao Japão, ameaçado na véspera pelo regime norte-coreano com "chamas nucleares" depois que Tóquio ordenou o posicionamento de baterias antimísseis e determinou a derrubada de qualquer míssil norte-coreano que ameaçar o território japonês. 
Post e comente a continuidade da temática! 13/04/13

Verões da última década são os mais quentes em 600 anos no Ártico

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Os verões dos últimos anos nas regiões próximas ao círculo polar ártico foram mais quentes do que os de seis séculos atrás, segundo um estudo publicado na revista Nature nesta quarta-feira (10).

LEIA MAIS

  • Expedição do Greenpeace pede proteção ao Ártico; veja as fotos
Após uma análise nos troncos das árvores, nas calotas de gelo, nos sedimentos de lagos e nos registros de temperaturas, pesquisadores da Universidade de Harvard, dos Estados Unidos, asseguraram que os recordes de calor em altas latitudes "atingiram níveis sem precedentes em 600 anos", em frequência e amplitude.
"Os verões de 2005, 2007, 2010 e 2011 foram mais quentes do que aqueles que os precederam até 1.400", escreveram.
"O verão de 2010 foi o mais quente em seis séculos na Rússia ocidental e, provavelmente, também foi o mais quente no oeste da Groenlândia e no norte do Canadá", acrescentaram.



Cientistas exploram o Ártico há mais de cem anos



11/04/13


EUA e Coreia do Sul elevam alerta por risco de míssil norte-coreano

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As Forças Armadas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul elevaram nesta quarta-feira o nível de alerta para "Watchcon-2", com indicações de ameaça vital, ante à possibilidade de um lançamento de mísseis da Coreia do Norte.

Pyongyang começou a aumentar o tom contra Seul e Washington em março, após as sanções da ONU contra um teste nuclear do regime de Kim Jong-un, em fevereiro. No mesmo período, Coreia do Sul e Estados Unidos realizaram exercícios militares na região, encarados como uma provocação pelo país comunista.



Guardas sul-coreanos durante ato no Museu da Guerra, em Seul
A decisão foi tomada horas depois de o ministro sul-coreano das Relações Exteriores, Yun Byung-se, informar que possui informações, obtidas em conjunto com os Estados Unidos, de que os norte-coreanos preparam um exercício com foguetes de longo alcance nos próximos dias.
Segundo o governo sul-coreano, o míssil usado deve ser o Musudan, que tem alcance de 4.000 km. Desse modo, poderia atingir não só a Coreia do Sul, mas também Japão e eventualmente Guam, ilha no oceano Pacífico que pertence aos Estados Unidos e possui uma base militar.
Para Seul e os Estados Unidos, o exercício deverá acontecer "a qualquer momento" desta semana, em que os norte-coreanos comemoram três datas importantes para o regime: o um ano de ascensão do ditador Kim Jong-un, os 20 anos de início do governo de Kim Jong-il e o aniversário do primeiro dirigente, Kim Il-sung.
Em discurso no Parlamento, o chanceler sul-coreano pediu ajuda à Rússia e à China que intercedam em relação à Coreia do Norte para aliviar a tensão na região. Os dois países vizinhos possuem forte influência sobre o regime de Kim Jong-un.
A Coreia do Sul e o Japão reforçaram suas defesas áreas e marítimas nesta semana como prevenção contra um ataque norte-coreano. Navios foram colocados em regiões dos mares Amarelo e do Japão, assim como baterias de mísseis de interceptação foram instaladas em cidades dos dois países, incluindo Tóquio.
Também nesta quarta termina o prazo dado por Pyongyang para os corpos diplomáticos estrangeiros saírem do país. A recomendação foi feita na última sexta (5), mas não foi considerada pelos 24 países que mantêm relações diplomáticas com o país comunista, incluindo Rússia, Reino Unido e Brasil.
CALMA
Mesmo com a tensão nos discursos e em ações, a situação nas duas capitais da península coreana é tranquila. Em Seul, os escritórios e o comércio funcionam normalmente, assim como a bolsa de valores, que fechou em alta de 0,77%.
Do outro lado da zona desmilitarizada, o principal assunto comentado é o feriado que será comemorado nesta semana, com as lembranças aos ditadores Kim Il-sung e Kim Jong-il, avô e pai de Kim Jong-un. A imprensa estatal concentrou seus informes nas preparações para a festa em Pyongyang.
Segundo a agência de notícias KCNA, os norte-coreanos "estão fazendo seu melhor" para decorar as cidades do país. Soldados e jardineiros preparam os canteiros de Pyongyang com grama, árvores e flores, assim como estudantes limpam a praça onde estão as estátuas dos antigos dirigentes.
O ponto alto da festa está marcado para a próxima segunda (15), quando se comemora o nascimento de Kim Il-sung, primeiro ditador e fundador do país comunista.
Estamos revivendo momentos da guerra fria? teremos uma guerra termonuclear? A Coreia do Norte tem de fato todo esse poderia bélico? E os Estados Unidos? Podem ser de fato atingidos? Post e comente a temática! 10/04/13

G 20 Saiba Mais!

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G20

A próxima reunião do G20 está marcada para os dias 10, 11 e 12 de novembro, em Seul, na Coreia do Sul. Os líderes financeiros dos países que integram o grupo tentarão amenizar as tensões cambiais que ameaçam prejudicar uma recuperação econômica. Enquanto Estados Unidos e China têm suas moedas desvalorizadas, os outros países tentam encontrar saídas para não perder competitividade nas relações comerciais. O problema é que as diferenças cambiais são sintomas de uma questão mais profunda: as economias desenvolvidas não estão crescendo o suficiente para reduzir o desemprego, apesar dos trilhões de dólares em estímulos governamentais e garantias de empréstimo de emergência. Entenda como funciona o G20 e a relevância do próximo encontro.

1.Quando e por que foi criado o G20?

O G20 foi criado em 1999, ao final de uma década marcada por turbulências na economia (na Ásia, no México e na Rússia). Além de resposta a essas crises, a formação do grupo foi uma forma de os países ricos reconhecerem o peso dos emergentes, que se mostraram capazes de ameaçar os mercados com suas instabilidades. O G7 - bloco de nações mais desenvolvidas do planeta, que agrega agora a Rússia - já se reunia para falar de economia desde 1975. Mas, com os distúrbios da década de 1990, passou a abrir a discussão a países em desenvolvimento. Em 1998, reuniões mais amplas que as do G8, com até 33 países, deram início à inserção dos emergentes na conversa. O movimento resultaria na formação do G20.

2. Quais nações compõem o grupo?

Ministros da área econômica e presidentes dos bancos centrais de 19 países: os que formam o G8 e ainda 11 emergentes. No G8, estão Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia. Os componentes do G20 são: Brasil, Argentina, México, China, Índia, Austrália, Indonésia, Arábia Saudita, África do Sul, Coréia do Sul e Turquia. A União Européia, em bloco, é o membro de número 20, representado pelo Banco Central Europeu e pela presidência rotativa do Conselho Europeu. O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, assim como os Comitês Monetário e Financeiro Internacional e de Desenvolvimento, por meio de seus representantes, também tomam assento nas reuniões do G20.

3. Quais os critérios para adesão ao grupo?

Apesar de não haver critérios formais de adesão ao G20, existe uma intenção declarada de unir num mesmo grupo grandes potências e nações em desenvolvimento e também de manter inalterado o tamanho da organização. "Em um fórum como o G20, é particularmente importante que o número de países envolvidos seja restrito e fixado para assegurar a eficácia e a continuidade de suas atividades", diz texto do site da instituição. A composição é a mesma desde a sua fundação, em 1999. Aspectos como o equilíbrio geográfico e a representação populacional dos países-membros também foram levados em conta à época da criação do grupo.

4. A que fração da economia mundial corresponde o G20?

Os países que compõem o grupo respondem juntos por 90% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. Se computadas as transações internas da União Européia, o grupo responsável por cerca de 80% do comércio internacional. Além disso, dois terços da população global estão distribuídos entre os países que formam o G20. Em declaração feita no final de 2008, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que os emergentes do G20 respondem hoje por "75% do crescimento mundial".

5. Como funciona o G20?

Ao contrário de organismos transnacionais como o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional (FMI) ou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o G20 não conta com equipe permanente. Neste sentido, seu modelo de operação é semelhante ao do G8. Rotativa, a presidência do grupo muda a cada ano. Em 2008, o Brasil foi escolhido para presidir o G20; em 2009, o Reino Unido e, em 2010, a Coréia do Sul. Para garantir a continuidade dos trabalhos, a presidência opera em um esquema tripartite, chamado de Troica: uma diretoria formada por três peças fundamentais concentra ao mesmo tempo uma pessoa ligada à presidência anterior, uma relacionada à atual e outra à futura gestão. A cada presidência, é definido um secretariado provisório, que coordena os trabalhos e organiza as reuniões do grupo.

6. Quando acontecem as reuniões e o que se discute nelas?

Os ministros da área econômica e os presidentes de bancos centrais do G20 costumam se reunir uma vez por ano. Em 2008, o encontro aconteceu em São Paulo, nos dias 8 e 9 de novembro - poucos dias depois, chefes de estado do G20 se reuniriam em Washington, a convite do presidente americano, George W. Bush. Nessas oportunidades, os dirigentes debatem tópicos orçamentários e monetários, comerciais, energéticos, saídas para o crescimento e formas de combater o financiamento ao terrorismo. Na presidência rotativa da organização, o Brasil propôs três temas para 2008: competição nos mercados financeiros, energia limpa e desenvolvimento econômico e elementos fiscais de crescimento e desenvolvimento. Os assuntos foram abordados em seminários realizados em fevereiro, na Indonésia, em maio, em Londres, e em junho, em Buenos Aires. Em pleno movimento de recuperação, os países discutem nesta edição de 2010 questões relacionadas à estabilidade da economia global e às possíveis maneiras de fortalecer o comércio e seus investimentos.

7. Que decisões já foram tomadas nessas reuniões?

Na cúpula de 2008, em Washington, o primeiro encontro desde o início da crise financeira, os países decidiram maneiras de retomar o crescimento econômico, as maneiras de lidar com crises financeiras e o estabelecimento de normas para evitar crises futuras. Em 2009, em Londres, a ideia foi construir bases para a reforma de um sistema financeiro mais seguro. Vale lembrar que o G20 é um fórum informal, não um bloco econômico como a União Europeia.

8. Do que tratará a reunião de 2 de abril?

Na edição 2010 do encontro, líderes políticos e 120 executivos de grandes multinacionais discutirão os rumos da economia global, tendo em vista o continuo esforço de recuperação das economias mundiais da crise financeira de 2008. O objetivo é reforçar os laços de cooperação entre os países-membros, para que o crescimento sustentável da economia seja atingido por meio de intervenções imediatas. Além disso, os países estipularão uma série de outras pautas para discussões posteriores. Dentro do tema “O papel dos negócios no crescimento balanceado e sustentável da economia”, executivos discutirão, nas chamadas “mesas redondas”, quatro questões fundamentais: a revitalização do comércio e do investimento estrangeiro direto (IED); o fortalecimento da estabilidade financeira e das atividades econômicas; a alavancagem do crescimento “verde” e a atribuição de responsabilidade social ao setor privado.

9. Instituições privadas são convidadas a participar?

Sim. Como forma de promover diálogo e sinergia entre estado e mercado, podem tomar lugar nas reuniões especialistas de instituições privadas que sejam convidados a participar. Já a presença do Banco Mundial, do FMI e dos coordenadores do Comitê Financeiro e Monetário Internacional e do Comitê de Desenvolvimento tem a função de assegurar a integração do grupo com as instituições do sistema financeiro internacional criado em Bretton Woods, em 1944, quando se estabeleceram regras para atuação financeira internacional e se tomou o dólar como parâmetro para as outras moedas.

10. Existe mais de um G20?

Sim, e isso é uma grande fonte de confusão. Existe o G20 que está sendo explicado aqui, que une países desenvolvidos e outros em desenvolvimento para falar de economia. Ele é chamado de G20 financeiro. Um outro grupo, formado apenas por nações emergentes (mais de 20, na realidade), também se denomina G20. Ele foi batizado pela imprensa de G20 comercial, já que seu foco são as relações comerciais entre países ricos e emergentes. O G20 comercial nasceu em 2003, numa reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) realizada em Cancún, no México. Liderado pelo Brasil, o grupo procura defender os interesses agrícolas dos países em desenvolvimento diante das nações ricas, que fazem uso de subsídios para sustentar a sua produção. Exceto pela Austrália, Arábia Saudita, Coreia do Sul e Turquia, todas as nações emergentes do G20 financeiro estão no G20 comercial. Também fazem parte deste grupo Bolívia, Chile, Cuba, Egito, Filipinas, Guatemala, Nigéria, Paquistão, Paraguai, Tanzânia, Tailândia, Uruguai, Venezuela e Zimbábue.

11. Há outros grupos internacionais semelhantes?

Já surgiram muitos "Gs" no cenário internacional, como G4, G5, G8, G10, G8+5 e os dois G20 citados. Vale lembrar que antes da entrada da Rússia o G8 era G7 e que, por isso, há quem o chame de G7/8 ou G7+1. G8+5 é o nome que se dá aos encontros esporádicos entre o G8 e o G5, mais um grupo informal de países em desenvolvimento: Brasil, China, Índia, México e África do Sul. O G5 vem sendo chamado a se sentar à mesa das grandes potências pela relativa importância econômica que vem conquistando no cenário mundial. Já foram criados vários G4, mas o principal deles foi uma associação entre EUA, Brasil, União Européia e Índia. O principal objetivo do grupo era o de tratar de questões comerciais, quando preciso envolvendo a Organização Mundial do Comércio (OMC). Mas alguns fracassos, como nas negociações feitas em Postdam (Alemanha) sobre a liberalização do comércio mundial, em junho de 2007, levaram à saída do Brasil e da Índia e, consequentemente, ao fim do grupo. No episódio de Postdam, Bush culpou os dois países pelo malogro nas negociações. Fundado em 1964, o G10 reunia as dez maiores economias capitalistas da época. Hoje, são 11: Alemanha, Canadá, Bélgica, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Holanda, Reino Unido, Suécia e Suíça. Os países do chamado Grupo dos Dez participam do General Arrengements to Borrow (GAB), um acordo para a obtenção de empréstimos suplementares, para o caso dos recursos estimados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) estarem aquém das necessidades de um dos países-membros. O G10 concentra 85% da economia mundial. 09/04/13


Coreia do Norte pede a países que esvaziem embaixadas em Pyongyang

Posted by João Luis


O regime da Coreia do Norte recomendou nesta sexta-feira a desocupação de todas as embaixadas existentes na capital Pyongyang, em meio a uma escalada de tensão com a Coreia do Sul e com os Estados Unidos. Entre os países notificados estão o Brasil, o Reino Unido e a Rússia, além da China, que é a principal aliada do regime.

O pedido é mais uma demonstração do regime de Kim Jong-un de que se prepara para uma guerra, embora não se saiba quais são as intenções do país com as movimentações militares. As ameaças acontecem a 10 dias da comemoração do aniversário de Kim Il-Sung, fundador do país e avô do atual ditador.
Soldado norte-coreano de guarda em um posto militar na cidade fronteiriça de Paju, perto da zona desmilitarizada que divide as duas Coreias, nesta sexta-feira (05)
No comunicado, Pyongyang informou que só pode garantir a provisão de apoio logístico para a retirada de diplomatas do país até a próxima quarta (10), cinco dias antes da festa nacional e a data que Seul especula que os norte-coreanos lançarão dois mísseis de longo alcance.
Fontes diplomáticas afirmam que o movimento pretende assegurar o cumprimento da Convenção de Viena, segundo a qual o país que hospeda embaixadas precisa zelar pela integridade delas e dos diplomatas.
Consultado, o Itamaraty informou que ainda não está confirmado se a missão brasileira acatará a recomendação de Pyongyang e deixará a capital. O Ministério das Relações Exteriores do Brasil registra a presença de apenas seis cidadãos brasileiros na Coreia do Norte.
Os brasileiros são o embaixador Roberto Colin, a mulher dele, o filho do casal e um funcionário administrativo da embaixada, além da mulher e da filha do embaixador da Palestina.
PROVIDÊNCIAS
Mais cedo, o chanceler russo, Sergei Lavrov, informou que todas as embaixadas foram comunicadas, e que está tentando esclarecer a situação. "Fizemos várias perguntas que neste caso eram necessárias fazer para nossos vizinhos norte-coreanos".
Os russos foram os primeiros a comentar o assunto. O porta-voz da embaixada russa em Pyongyang, Denis Samsonov, disse à agência de notícias Interfax que o corpo diplomático recebeu visita de representantes norte-coreanos, que fizeram o pedido ante o agravamento da tensão na península coreana.
Pouco depois, a agência de notícias chinesa Xinhua diz, citando fontes não identificadas, que o pedido foi feito a todas as delegações estrangeiras com embaixadas no país. A informação ainda não foi confirmada pelo governo norte-coreano.
As embaixadas dos três países estão entre as 24 missões diplomáticas credenciadas pelo regime comunista. Além de Rússia, China, Reino Unido e Brasil, funcionam representações de Cuba, Suécia, Polônia, República Tcheca, Romênia, Índia, Paquistão, Síria, Egito, Vietnã e Palestina, entre outras.
MÍSSEIS
Mais cedo, a agência de notícias sul-coreana Yonhap informou que o Exército do país detectou que Pyongyang levou dois mísseis de alcance intermediário para algum ponto na costa leste do país. Os militares da Coreia do Sul dizem que a intenção dos norte-coreanos é fazer um lançamento surpresa.
Na quinta (4), o governo local havia afirmado que um míssil havia sido colocado na costa leste norte-coreana, mas que não se sabia se o regime comunista pretendia fazer um teste de disparo ou uma manobra militar.
Seul especula que esse lançamento poderia acontecer perto do aniversário de Kim Il-sung. Enquanto isso, Seul enviou dois navios de guerra ao mar Amarelo para interceptar mísseis como prevenção a um ataque.
Na quarta (3), os Estados Unidos anunciaram o envio de mísseis à base militar de Guam, no oceano Pacífico. A área está na mira dos mísseis de maior alcance disponíveis para os norte-coreanos, embora a Coreia do Sul descarte que os foguetes colocados na costa leste do país possam atingir a ilha americana.



Parece que a situação na península vai chegar a um enfrentamento bélico. Após 60 anos do final da guerra das coreias a situação ficou crítica de vez. De um lado os Estados Unidos e sua aliança com a Coreia do Sul e do outro, a China e seu apoio velado a Coreia do Norte. Será que desta vez a ONU será capaz de solucionar a situação? Teremos um possível ataque nuclear da Coreia do Norte contra os Estados Unidos? Post e comente a temática em questão! 05/04/13  

Com Harrison Ford, ONG anuncia centro de sustentabilidade para as Américas

Posted by João Luis


Em um jantar beneficente que reuniu alguns dos maiores empresários do Brasil e o astro Harrison Ford, a ONG Conservação Internacional anunciou o lançamento de um novo centro de políticas de sustentabilidade voltado para América Latina.
Na ocasião, que reuniu cerca de 600 pessoas em um hotel na noite de quarta-feira em São Paulo, a organização também entregou seu prêmio internacional Heroi da Conservação Global --que celebra iniciativas ambientais de destaque-- a dois políticos brasileiros: Camilo Capiberibe, governador do Amapá, e Eduardo Braga, senador e ex-governador do Amazonas.
Acompanhado da mulher, a também atriz Calista Flockhart do filho dos dois, Harrison Ford, 70, fez um breve discurso sobre a importância de apoiar projetos de sustentabilidade e conservação.

Harrison Ford e André Esteves, CEO do banco BTG Pactual
Harrison Ford e André Esteves, CEO do banco BTG Pactual
"A natureza não precisa de nós, nós precisamos dela", resumiu o astro de Indiana Jones e Guerra nas Estrelas, que há 20 anos está envolvido com a Conservação Internacional. Atualmente, ele é vice presidente do conselho da ONG.
Durante o evento, representantes da CI também adiantaram detalhes sobre o recém-criado Centro de Sustentabilidade das Américas, que reúne dez países da América Latina.
O objetivo do centro é agregar de uma forma mais ampla e regional iniciativas bem-sucedivas de sustentabilidade que já estejam acontecendo nesses países.
"Queremos engajar os tomadores decisões, governos, centros de pesquisa e iniciativa privada. Queremos ter voz ativa na elaboração dos projetos relevantes", disse Fabio Scarano, vice-presidente das Américas da Conservação Internacional.
A sede do centro será no Rio de Janeiro, segundo Scarano, pelo valor simbólico que a cidade tem com seu profundo relacionamento com a natureza.
PRÊMIO
Outro destaque da noite foi a entrega do prêmio Heroi da Conservação Global.

André Guimarães e Fabio Scarano, dirigentes da ONG Conservação Internacional, se abraçam durante abertura do evento
André Guimarães e Fabio Scarano, dirigentes da ONG Conservação Internacional, se abraçam durante abertura do evento
Ao anunciar o senador e ex-governador do Amazonas Eduardo Braga, o presidente da Conservação Internacional, Russell Mittermeier, destacou o trabalho do político na criação de áreas de preservação da floresta amazônica.
Braga dedicou a láurea ao povo de seu Estado, que, segundo ele, "escolheu a natureza".
Já Camilo Capiberibe, filho do senador e ex-governador do Amapá João Capiberibe, iniciou seu discurso elogiando o pioneirismo do pai em criar áreas de preservação.
"O Amapá tem hoje mais de 70% de seu território com áreas de proteção ou indígena. Isso é um recorde no Brasil e no mundo", destacou Russell.
Estrelados
Além de empresários, o jantar contou ainda com celebridades como o cantor Gilberto Gil e a atriz Guilhermina Guinle.
A atriz Maitê Proença foi a estrela de dois vídeos institucionais da ONG, que incentivam a mobilização online pela conservação da água no Rio de Janeiro e da biodiversidade do arquipélago de Abrolhos.
Antes de encerrar o evento, o banqueiro Ándré Esteves, do BTG Pactual, que ofereceu jantar, pediu que os presentes fossem generosos com suas doações.
"O Brasil precisa ter um papel de liderança", resumiu ele, que também é membro do conselho da ONG.
Iniciativas como a referida no texto coloca o Brasil em destaque no cenário mundial da sustentabilidade. Fortalece o nosso papel na comissão BASIC dos BRICS, que discute questões ligadas ao meio ambiente, e também promove a atração de investidores nacionais e internacionais com projetos sustentáveis para o país. Ponto positivo para nós. Post e comente a temática ambiental! 02/04/13.