Na França, empresas cobrirão gasto de bicicleta para funcionários

Posted by João Luis

O governo francês anunciou nesta quinta-feira uma iniciativa para estimular o uso da bicicleta. A principal medida é o financiamento pelas empresas das despesas de transporte dos funcionários que a adotarem. Em troca, serão garantidas isenções.

O ministro dos Transportes, Thierry Mariani, informou que o sistema é similar ao existente na Bélgica. Naquele país, paga-se 21 centavos de euro por quilômetro rodado.

Benoit Tessier/Reuters
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O governo parisiense foi um dos primeiros a incentivar a adoção de bicicletas como transporte; acima, ponto de aluguel

A norma, apresentada em Paris, é resultado de um estudo encomendado pelo Executivo ao deputado conservador e prefeito do 15º distrito de Paris, Philippe Goujon.

No jornal "Le Figaro", Goujon estimou em 20 milhões de euros o custo do Estado para indenizar por quilômetro as 2 milhões de pessoas que vão de bicicleta ao trabalho. Na França, o percurso médio é de 5 km.

Em entrevista ao jornal "Metro", Mariani indicou que outras medidas serão estudadas, como modificar a norma de circulação para permitir que os ciclistas avancem o semáforo vermelho quando virarem à direita, marcar as bicicletas com código para combater os roubos e construir mais ciclovias.

O ministro destacou que na França a utilização desse meio de transporte permite economizar 5,6 bilhões de euros pelos benefícios que proporciona à saúde das pessoas, além de limitar os gases poluentes.

Para Mariani, se cada europeu pedalasse 2,6 quilômetros por dia ao invés de usar um carro, haveria uma redução no transporte em torno de 15% das emissões de CO2, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global.

Medidas dessa natureza são um exemplo de como é possível fazer de forma sustentável ações simples. É uma questão de vontade política e consciência coletiva da sociedade. Post e comente a respeito da postagem! 31/01/12

Irã ataca diplomacia de Dilma e diz que Lula faz falta

Posted by João Luis


Em entrevista à Folha, o porta-voz pessoal do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, criticou duramente o comportamento do Brasil em relação a seu país. Ali Akbar Javanfekr atacou diretamente Dilma Rousseff.

"A presidente golpeou tudo o que [o ex-presidente] Lula havia feito. Destruiu anos de bom relacionamento", afirmou ele.

A irritação iraniana também se nota nas recentes barreiras contra exportadores de carne brasileira.

A União Brasileira de Avicultura afirma que as vendas de frango para o Irã, em alta até outubro, passaram a ser vetadas sem justificativa.

Já a multinacional brasileira JBS relata ter tido milhares de toneladas de carne bovina retidas por três semanas num porto iraniano.

O Irã estava mal acostumado com Lula? Dilma é menos diplomática ou mais criteriosa? Post e comente a respeito da temática! 23/01/12

Chávez tem apenas um ano de vida, segundo jornal espanhol

Posted by João Luis

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, teria entre nove meses e um ano de vida, segundo uma reportagem do jornal espanhol "ABC" desta segunda-feira.

O diário cita "relatórios médicos" que estão em posse dos "serviços de inteligência" para fazer essa estimativa.

Hugo Chávez anunciou no meio do ano passado que estava com câncer e logo iniciou tratamento com quimioterapia. De acordo com a publicação espanhola, o tumor foi "agravado por uma metástase no tecido ósseo e na espinha dorsal", além de um novo câncer no cólon.

O veículo destacou ainda que a última sessão de quimioterapia, realizada em novembro, não teria apresentado os resultados esperados.

Segundo o ABC, Chávez não aceita o tratamento imposto pelos médicos, que o obrigaria a deixar suas funções temporariamente, mas seria essencial para aumentar sua expectativa de vida.

O venezuelano, porém, afirma que já está curado e que vai concorrer nas próximas eleições presidenciais do país, agendadas para outubro deste ano.




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Presidente venezuelano, Hugo Chávez, durante reunião de gabinete ocorrida na véspera do Natal
Agora Chávez ficou com hora marcada para morrer! Os Estados Unidos devem ficar muito triste com tais notícias. Fica difícil acreditar em informações dessa natureza com tantos interesses em jogo. Post e comente a temática! 23/01/12

Proprietários de terra serão intimados por abrir crateras em Goiás

Posted by João Luis

A Delegacia do Meio Ambiente de Goiás vai intimar proprietários de terra para conter o aumento das voçorocas, crateras provocadas por desmatamento e por más práticas agrícolas que atingem o lençol freático e "engolem" o que está ao redor.

Só no sudoeste do Estado, a polícia encontrou 50 novas voçorocas no ano passado, durante monitoramento feito via satélite e em sobrevoos na região. A maioria está em áreas particulares, no meio de pastagens ou em produções de soja, cana e milho.

Se os donos das terras não adotarem medidas como permitir a regeneração natural da área, serão indiciados sob suspeita de crime ambiental.
O delegado Luziano de Carvalho diz que eles não podem ser responsabilizados por provocar as voçorocas, mas responderão por impedir ou dificultar a regeneração do solo. A pena é de multa e até um ano de prisão.

A ideia é frear o crescimento das crateras que existem, já que não é possível recuperar as áreas erodidas.




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A voçoroca é uma cratera provocada por desmate e por más práticas agrícolas que atingem o lençol freático

TAMANHO NÃO É DOCUMENTO

A área dos buracos varia. A maior voçoroca conhecida --a Urtiga ou Urtigão-- tem 80 m de profundidade e 800 m de largura em alguns pontos, segundo o delegado.

A cratera fica no município de Mineiros e tem três quilômetros de extensão.

Uma das mais conhecidas é a Chitolina, no mesmo município, com 20 m de profundidade e 800 m de comprimento.

Originada nos anos 1980 e hoje sob controle, a cratera surgiu após chuvas intensas, segundo a pesquisadora Heloísa Filizola, da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) Meio Ambiente.

O buraco surgiu com 120 m de comprimento, tamanho que dobrou no ano seguinte.

As voçorocas são mais comuns em locais de solo arenoso e surgem quando chove muito e a água não consegue se infiltrar no solo.

Enquanto não atingem os lençóis freáticos, são chamadas de ravinas.

São formados então fios de água que escoam de forma concentrada e transportam o solo junto com eles.

É possível encontrá-las também em São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e na região Sul.

Mas para Filizola, Goiás deve ser hoje o Estado com mais voçorocas ativas (que podem aumentar) do país.

Segundo a Semarh (Secretaria do Meio Ambiente de Goiás), as chapadas também facilitam sua formação.

O Parque Nacional das Emas, na divisa com MT e MS, já sente os impactos de três incômodas vizinhas.

O trio de voçorocas leva solo e areia ao leito do rio Jacuba. Isso altera a qualidade da água e atinge animais que vivem ali, diz o diretor da unidade, Marcos da Silva Cunha.

A responsabilidade por multar os proprietários que permitem o avanço de voçorocas é do Ibama e da Semarh, que não souberam informar se fizeram esse tipo de autuação nos últimos anos.

O Brasil não pode ser exemplo para nenhum encontro de meio ambiente, sendo ele responsável sistematicamente por ações danosas a 1ª natureza. As responsabilidades terão que ser cobradas. No ano corrente a RIO + 20 precisa ter no Brasil um exemplo. Post e comente a respeito da temática! 23/01/12

Países ricos serão cobrados na Rio+20 por falta de ação, diz embaixador

Posted by João Luis

A conferência Rio+20, principal evento internacional de 2012 sediado no Brasil, não terá como resultado uma fórmula ideal -e única- para resolver o problema ambiental em todos os países.

Acordos e mecanismos legais firmados de última hora, comuns em encontros do gênero, devem ceder espaço a "processos", com missões de "longo prazo".

A opinião é do embaixador André Corrêa do Lago, 52, chefe do departamento de Meio Ambiente do Itamaraty.

Segundo ele, a conferência abrirá uma enorme oportunidade econômica para o Brasil, que poderá se beneficiar de um eventual padrão internacional de produtos sustentáveis -algo a que o Itamaraty sempre se opôs por ver as certificações como barreiras não tarifárias.

"O Brasil, com pequenos ajustes, tem vantagens imensas", diz o diplomata, neto do ex-ministro Osvaldo Aranha.

O encontro, que acontece em junho, será no Rio Centro, que sediou a Eco-92.

*

Folha - Como está a predisposição dos países em relação à conferência?

André Corrêa do Lago - Muito positiva. Diminuiu a preocupação dos países em desenvolvimento de que a Rio+20 seria um questionamento do legado de 1992.
Em Johannesburgo, em 2002, os países ricos tentaram passar a responsabilidade para o setor privado.

Agora há um esforço, que preocupa Brasil, Índia e China, de tentar transferir para os países emergentes parte da responsabilidade, inclusive pelos recursos para o desenvolvimento dos menores.

Os ricos estão sempre tentando tirar o corpo fora. Os países em desenvolvimento já estão fazendo muita coisa em cooperação sul-sul.

Não devemos diminuir o que estamos fazendo, mas isso não pode ser considerado como uma substituição do que devem fazer os ricos.

Onde na Rio+20 poderia se manifestar essa transferência do ônus para os países em desenvolvimento?

A conferência terá uma avaliação da implementação de medidas em favor do ambiente nos últimos 20 anos. Os países ricos estão com medo de serem colocados na parede pelo que não fizeram.

Eles não cumpriram, por exemplo, o compromisso de aumentar a assistência ao desenvolvimento para 0,7% do PIB. O Brasil não quer que a conferência seja para apontar as culpas. Mas é inevitável que vá haver essa cobrança.

O que deve ser a principal marca da Rio+20?

Nos anos 60, 70, até 80, os países que cresceram mais foram os que seguiram modelos predeterminados dos países ricos: Japão, Coreia, Cingapura.

Os anos recentes viram o crescimento de países que tinham maior autonomia e nenhuma intenção de serem reconhecidos pelo clube, que é o caso dos mais jovens, como Brasil, China e Índia.

Há várias formas de desenvolvimento, os países têm uma autonomia com relação a essa fórmula. A consequência dessa mudança é a volta da importância do Estado.

Em Johannesburgo, em 2002, houve um sequestro da agenda da Rio+10 pela questão da pobreza na África. O Brasil está tentando trazer a discussão de Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida. Não existe um risco de uma agenda de governo atrapalhar a conferência?

Não, porque essa é uma agenda nacional. O objetivo não é ter uma forma mundial de fazer as coisas, é inculcar em tudo o desenvolvimento sustentável. Todo tipo de investimento no país deveria ter como paradigma o desenvolvimento sustentável.

Mas o próprio governo brasileiro não incorporou isso.

Podemos aproveitar a Rio+20 para o Brasil se tornar mais contemporâneo na integração do pensamento social, ambiental e econômico. Se essas agendas chegarem juntas, o país passa a poder ser a síntese do desenvolvimento sustentável.

Se a ideia não é criar uma fórmula mundial, o que se tira do encontro?

Um resultado que eu gostaria de ter seria os ministérios da fazenda e os organismos internacionais econômicos terem o desenvolvimento sustentável como paradigma.

Se for criado um padrão internacional de que um produto sustentável é uma coisa positiva, o Brasil, com ajustes, pode ser um país onde as coisas são sustentáveis.

Qual é a expectativa de adesão de chefes de Estado à Rio +20?

Altíssima.

Mas tem se falado que, com a crise econômica, a presença deve cair.

A Rio+20 vai chegar com um pacote de boas ideias para os próximos anos. Num momento de crise, é atraente para os chefes de Estado se associar a um evento que abre portas para coisas positivas no futuro. Agora, ela tem que ser suficientemente forte para não ser uma enrolação.

Como é que você cria uma agenda positiva, com a qual todo mundo se associa, sem ter metas e prazos?

Teremos objetivos de desenvolvimento sustentável, como os objetivos do milênio. Um exemplo seria a área de padrões de consumo. Não serão decisões definitivas, mas processos.

A conferência do clima de Durban foi sobre processos. O que aconteceu com os acordos e tratados?

Lá falou-se de uma nova fase do multilateralismo, em que as partes legais já estariam completas e que seria preciso implementá-las. É criar dinâmicas para que as coisas aconteçam.

Adaptado da folha on line. 23/01/12

Montadoras europeias falam em antecipar investimento no Brasil

Posted by João Luis


Apesar de o mercado norte-americano estar em franca recuperação, marcas de luxo europeias como BMW e Mercedes estão preocupadas com o desdobramento da crise no Velho Continente e já falam em antecipar seus planos de investir no Brasil.

Com 3,6 milhões de emplacamentos acumulados em 2011, o país ultrapassou a Alemanha e passou a ser o quarto maior consumidor de carros novos do mundo.

"Os estudos [para a produção de um modelo BMW no Brasil] estão em um estágio bastante avançado. Talvez nos próximos dois meses anunciemos os investimentos. No momento, ainda negociamos com dois Estados", disse Ludwing Willisch, presidente da marca nos EUA, no Salão de Detroit.

O modelo médio é um dos candidatos, junto com o jipinho X1, a ser produzido no país, segundo Willisch. Ambos estão no topo da lista dos mais vendidos pela marca no Brasil, com quase 8.500 emplacamentos no ano.

A pressa também tem relação com a elevação de 30% do IPI (imposto sobre produtos Industrializados) para carros importados.

A Mercedes, que projeta dobrar suas vendas no Brasil nos próximos dois anos, chegando a 20 mil unidades, cogita voltar a produzir um modelo compacto em Juiz de Fora (MG). A minivan Classe A, fabricada entre 1999 e 2005, não alcançou os patamares esperados para a época.

A norte-americana Chrysler também confirmou que, a partir de 2014, iniciará a produção de um utilitário esportivo compacto no Brasil.

O modelo será feito em conjunto com a Fiat na futura fábrica em Pernambuco e levará o logotipo da Jeep.

O mercado interno cresce no Brasil em um momento de recessão na maioria das economias imperialistas ocidentais. O nosso país no entanto, precisa rever a política de consumo exagerado para não gerar uma economia inflacionária. É uma vergonha para o estado da Bahia assistir Pernambuco crescer a olhos vistos, e a economia baiana perder espaço por falta de investimentos em infra estrutura. Post e comente a respeito da temática! 11/01/12

Máfia é o maior agente econômico da Itália, revela pesquisa

Posted by João Luis


A máfia italiana foi considerada por um estudo publicado na Itália como o "maior agente econômico do país", movendo cerca de € 140 bilhões (cerca de R$ 328 bilhões) por ano.

De acordo com o relatório "As mãos da criminalidade", da organização SOS Impresa, a máfia é como se fosse "o primeiro banco da Itália, com € 65 bilhões de euros [cerca de R$ 1,5 trilhão] de liquidez". Seu lucro, segundo o documento, supera as centenas de bilhões de euros.

Apenas as atividades comerciais envolvendo a máfia italiana são responsáveis por 7% do PIB (Produto Interno Bruto). Entre os empreendimentos ligados às organizações criminosas estão principalmente bares e restaurantes, mercados, vendedores ambulantes e inclusive hotéis.

Segundo o presidente da Confesercenti, entidade que representa o empresariado italiano, Marco Venturi, "mais de um milhão de empresários são vítimas de algum crime", o que representa um quinto dos empreendedores em atividade na Itália.

Ele avalia que mais de 1.300 negócios comerciais sofram algum golpe da máfia por dia, "praticamente 50 a cada hora, quase um crime por minuto", detalhou.

Venturi ainda observou que, em um momento de crise, a máfia "é o único sujeito econômico-empreendedor em grau de fazer investimentos".

Já imaginaram a regularização das atividades econômicas vinculadas pela máfia na Itália e no resto do mundo? A Colômbia seria a maior economia da América Latina, seguida por perto pela brasileira. Alternativa interessante para o final da crise europeia? Post e comente a temática! 11/01/12