CRISE ECONÔMICA DOS ESTADOS UNIDOS

Posted by João Luis


Os Estados Unidos da América (EUA) possuem a maior dívida pública (cerca de US$ 14,3 trilhões) e a maior dívida externa do mundo, pois grande parte dos trilhões de dólares da dívida está em mãos de pessoas, empresas ou governos estrangeiros. A dívida chegou a este ponto porque os EUA são o país que emitem a moeda de circulação internacional e usaram e abusaram desta prerrogativa para manter um padrão de vida e de intervenção internacional que está além da capacidade real do país.

Os déficits gêmeos (fiscal e comercial) e o crescente endividamento foram os mecanismos que impulsionaram o crescimento econômico dos EUA nos últimos 30 anos. Os títulos do tesouro americano tem sido usados como garantia para tomar dinheiro emprestado do resto do mundo para manter o alto padrão de vida da população, que consome produtos adquiridos a preços baratos de outros países, e para viabilizar as bases militares americanas em todos os cantos do mundo.

Por conta disto, os EUA são o país com maior impacto ambiental e a maior pegada ecológica da comunidade internacional. O consumismo americano é extremamente danoso para o meio ambiente. As casas e os carros dos cidadãos estadunidenses são grandes poluidores. A vida em suburbios chiques espalha a pegada urbana e aumenta o consumo de combustíveis e dos transportes individuais. O padrão de alimentação pouco saudável, além de provocar obesidade, provoca estresse ambiental na agricultua, na pecuária e na pesca. O turismo aéreo aumenta a pegada ecológica e a emissão de gases de efeito estufa. Os custos ambientais da bases militares e das guerras dos EUA são extremamente danosas para a saúde do Planeta e da biodiversidade.

O consumismo (overconsumption) americano – com seus efeitos danosos ao meio ambiente – tem sido financiado pelo crescente endividamento. Países em desenvolvimento, como Brasil e China, tem aplicado suas reservas internacionais nos títulos públicos dos EUA, financiando o sobreconsumo da população norteamericana. Situação esdrúxula, pois são os povos pobres financiando os ricos.

A prosperidade atual dos EUA tem nas dividas crescentes seu fermento. Por conta disto, os EUA são como um tigre de papel, pois estão ficando mais parcedidos com os países insolventes e só não reproduzem a crítica situação da Grécia porque sua moeda é o dólar e não a Dracma/Euro.

O endividamento dos EUA chegou ao teto. A dívida chegou ao telhado de vidro, cujo topo vinha sendo levantando recorrentemente. A dívida pública está chegando a 100% do PIB. Aparentemente não existia problema para os EUA continuarem se endividadando e rolando suas “duplicatas” com taxas de juros baixas, já que o resto do mundo estava se dispondo a financiar a farra americana. Nos últimos 90 anos, o Congresso já elevou o teto da dívida mais de 100 vezes. Porém, a briga política entre os partidos Republicano e Democrata está colocando em xeque a continuidade do endividadamento. Não necessariamente pelos mesmos motivos. E não necessariamente para colocar em ordem a combalida economia dos EUA.

São principalmente os deputados Republicanos – liderados pelo grupo Tea Party (formado por nacionalistas xenófobos e fundamentalistas religiosos) – que não querem elevar o teto da dívida. Atitude cínica, pois foram nos governos republicanos de Ronald Reagan e George W. Bush que a dívida e os déficits mais cresceram.

Na última década, os republicanos reduziram os impostos para os ricos, desregulamentaram o mercado financeiro e aumentaram os gastos militares (promovendo as guerras do Iraque e do Afeganistão). Para derrotar Barack Obama nas eleições de 2012, os conservadores do GOP (Grand Old Party) não se importam em agravar ainda mais a situação social e jogar o país na estagnação.

Como a revista inglesa The Economist escreveu: “A direita americana já foi líder mundial quando se tratava de repensar o governo; agora, é um pigmeu intelectual”. Os pilares da sociedade estão se erodindo na medida em que o governo americano está ficando “desfuncional” e a democracia perdendo legitimidade. Como disse aos parlamenentares de Washington, Joseph Eastwood, um contador de Toronto, que estava visitando o Capitólio: “Vocês são malucos. Em vez de construir o país, vocês o estão destruindo” (Msnbc, 30/07/2011). A crise econômica de 2008 e 2009 acirrou a crise política e agora os deputados e senadores estão jogando a economia de novo na crise.

Colocar um teto rígido para o endividamento dos EUA não faz sentido se considerarmos que foi o Congresso que aprovou despesas maiores do que as receitas. Além disto os cortes de despesas vão tirar os incentivos para o crescimento econômico nos próximos anos, agravando a situação dos mais pobres. A renda per capita estadunidense de 2011 é menor do que a de 2007, sendo que a queda foi maior entre a população negra e latina. O desemprego está próximo de 10%. A desigualdade entre ricos e pobres está aumentando no país mais afluente do mundo. Os dados do primeiro semestre de 2011 mostram que o crescimento econômico está patinando e os EUA caminham para ter uma década perdida. A economia americana está tendo de encolher para caber dentro das suas limitações e debaixo de um teto cada vez mais sem elasticidade.

Para evitar a estagnação econômica, uma outra alternativa hipotética seria dar um calote sem precedentes nos credores nacionais e internacionais (incluindo diversos países do chamado Terceiro Mundo). Para as nações pobres do mundo que já fizeram acordos draconianos com o Fundo Monetário Internacional, uma moratória da divida externa na pátria do neoliberalismo seria cômica, se não fosse trágica.

A disputa pela elevação do teto da dívida coloca de um lado os Republicanos que não querem aumento de impostos e Democratas que defendem a manutenção dos recursos para os programas sociais, como o Medicare (para idosos, indivíduos com deficiência e incapacitados) e o Medicaid (para indivíduos de baixos rendimentos económicos). Toda esta disputa deixa transparente para o mundo que um dia os EUA podem não pagar os seus compromissos econômicos e já coloca em questão o papel do dólar como reserva internacional.

Depois de um fim de semana super tenso e que gerou advertências dos principais governos do mundo (inclusive da presidenta Dilma Rousseff), os parlamentares dos partidos Republicano e Democrata estão concordando em reduzir gastos. Isto poderia ser uma boa noticia para o meio ambiente, especialmente se a população estadunidense percebesse – para o bem ou para o mal – que precisa repensar seus padrões de consumo e suas relações com o meio ambiente.

Porém toda a crise gerada em torno da elevação do teto da dívida dos Estados Unidos e as soluções encontradas não estão considerando as preocupações ambientais. Os EUA precisam elevar a poupança interna e as taxas de investimento para fazer a transição para a economia verde e inclusiva.

Neste sentido, para balancear o orçamento estadunidense, o ideal seria promover um aumento geral dos impostos para desestimular o consumo supérfluo e investir em educação e saúde, melhorar a infra-estrutura, e, especialmente, promover um aumento dos impostos sobre a poluição e os combustíveis fósseis, canalizando os recursos para os investimentos em energias renováveis para limpar a matriz energética e gerar empregos verdes. Mas o lobby do complexo-industrial-militar-fóssil não tem permitido o aumento dos impostos nestas áreas.

O grupo radical de direita, Tea Party, é contra a presença do Estado na economia, contra a elevação de qualquer tipo de imposto e contra toda política que vise mitigar os impactos das mudanças climáticas globais. A política energética que eles propõem tem como base o fortalecimento da matriz fóssil por meio do aumento da exploração do petróleo, mesmo em reservas ambientais (drill baby drill foi o slogan republicano em 2008).

Os militantes do Tea Party, por exemplo, são contra responder o censo demográfico e estão propondo cortes nas pesquisas do Census Bureau (O IBGE dos EUA).

Também são contra a regulação estatal para aumentar a eficiência energética, como a regulação do uso de lâmpadas LED que consomem 80% menos energia do que a lâmpada incandescente. Os deputados do Tea Party não querem apenas um governo menor, querem por fogo na Casa Branca, com Barack Obama dentro.

Por tudo isto, a atual crise americana deve aprofundar a recessão econômica e reduzir as atividades produtivas. Portanto, indiretamente, deve haver uma redução da pegada ecológica do país. Contudo, serão as parcelas mais pobres da população que vão pagar o preço da redução do consumo. As parcelas ricas e o complexo-industrial-militar-fóssil vão continuar poluindo a América do Norte e o mundo.

Em síntese, os EUA estão desperdiçando a oportunidade de resolver, de maneira integrada, seus problemas econômicos e ambientais. A briga interna entre os partidos Republicano e Democrata está apenas adiando a busca de uma solução mais definitiva para chegar a um ponto de equilíbrio entre a economia e o meio ambiente. O pior é que o próprio presidente Obama está ficando refem das políticas conservadoras e anti-ambientais dos setores mais direitistas do partido Republicano. O partido Democrata, por seu lado, não tem capacidade de mobilizar as parcelas da população mais afetadas pela crise econômica.

Os cenários para os próximos anos não são nada promissores para os que sofrem com o crescente processo de exclusão social. Não há solução para a economia americana sem o aumento de impostos sobre o consumo conspícuo e sem cortes nos US$ 800 bilhões anuais de gastos militares.

Desta forma, tudo indica que este teatro do absurdo – pior do que os dramas gregos – deve se repetir toda vez que houver necessidade de elevar o teto do endividamento dos Estados Unidos. Enquanto isto, o resto do mundo vai continuar assistindo, bestificado, o ridículo espetáculo da política americana.

Estamos passando por mais um momento de crise conjuntural? o mundo tem que pagar pelos "equivocos" dos Estados Unidos? E o MERCOSUL? Como vai se comportar diante de mais uma ingerência dos Estado Unidos? Post e comente a respeito da temática! 07/08/11

SUSTENTABILIDADE

Posted by João Luis


Na vigésima nona conferência da F.A.O (órgão das Nações Unidas para a agricultura e alimentação), levantou-se a importância do fato de que o desenvolvimento tecnológico e de práticas de plantio e criação animal para as zonas rurais ao redor do mundo; devem, antes de tudo, terem a preocupação primordial com a sustentabilidade do meio ambiente.

Estabelecer parâmetros, normas e procedimentos para que os agricultores e qualquer outra empresa que se dedique a esse tipo de atividade tenha a consciência de que o uso sustentável dos recursos naturais disponíveis no ambiente em que atuam, tem de ser encarado como a única forma de progresso possível. E por razões muito simples.

Os problemas advindos da exploração indiscriminada dos recursos naturais e das práticas predatórias em determinadas culturas; pode em muito pouco tempo, inviabilizar o uso de terras e a extração desses recursos naturais.

As conseqüências disso para o planeta seriam previsíveis e dramáticas: Fome, guerras, devastações e o genocídio de populações inteiras. A sustentabilidade do meio ambiente deve sempre ser a meta buscada por qualquer indivíduo ou grupo que necessite de recursos naturais para sobreviver. E isso é um fato que não admite contestação.

Incorporar a premissa de respeito à natureza e do uso sustentável dos recursos naturais, deve ser um trabalho constante e doutrinário frente às populações que habitam ou que trabalham nos campos e áreas rurais. Trabalhar para manter a biodiversidade local e evitar a erosão que destrói as áreas cultiváveis, além de ser economicamente viável, representa manter, por muito mais tempo, a terra em condições de gerar riquezas e de prover o sustento das populações que dela dependem.

Reciclar os dejetos oriundos das criações animais e dos refugos das plantações, deve ser encarado não como custo ou gasto “a mais”; mas sim como uma excelente oportunidade de gerar toda ou parte da energia necessária para executar as atividades econômicas a que se propõem e também como fonte de fertilizantes baratos e totalmente gratuitos o que sem dúvida alguma, representará um salto na lucratividade de qualquer propriedade rural.

Garantir a sustentabilidade do meio ambiente é garantir, antes de qualquer coisa, que a fome, a pobreza e a miséria estarão afastadas definitivamente e, com isso, terminará a dura realidade que força as pessoas a praticar a exploração predatória dos recursos disponíveis em determinadas áreas. Pois só com uma situação de vida regular, os habitantes de uma determinada região poderão tornar-se permeáveis as “novas idéias”.

Levantar a bandeira da sustentabilidade do meio ambiente e promover nas comunidades rurais o pensamento de que essa é a única forma viável de manter suas atividades econômicas em condições de gerar riquezas por muito mais tempo e de forma continuada. São os desafios mais pungentes dos governos e das organizações ambientais dos tempos atuais.

O aquecimento global e o desequilíbrio que provocam a aparição de pragas e de catástrofes climáticas passam com toda certeza pelo desrespeito e por más práticas em relação ao meio ambiente e aos processos adotados em nossas lavouras e criações.

Estamos mudando os paradigmas? O mundo capitalista vai alterar comportamento? comente a respeito da temática. 07/08/11


META DE ENERGIA RENOVÁVEL CRIA RACHA ENTRE GOVERNO E A ANEEL

Posted by João Luis


O MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA INTERVEIO EM UMA DECISÃO DA ANEEL (AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA) DE REDUZIR A META DE PRODUÇÃO DE ENERGIA RENOVÁVEL NO PAÍS. A AGÊNCIA FOI OBRIGADA A RECUAR DA SUA DECISÃO.

HOJE, O ALVO É A GERAÇÃO ANUAL DE 4300 MEGAWATTS MÉDIOS (ESSE CÁLCULO INCLUI ENERGIA EÓLICA, BIOMASSAS E PEQUENAS USINAS HIDRELÉTRICAS).

É O SEGUNDO EMBATE ENTRE O MINISTRO LOBÃO E A ANEEL. NO INÍCIO DO ANO A AGÊNCIA CASSOU LICENÇAS DE OPERAÇÃO DE TERMELÉTRICAS DO GRUPO BERTIM, DECISÃO CONTESTADA PELO MINISTRO.

OLHE O INTERESSE DAS DISTRIBUIDORAS DE ENERGIA DO PAÍS? ESTRANHO? OU O PODER DAS GRANDES CORPORAÇÕES FALAM MAIS ALTO QUE O INTERESSE DA NAÇÃO? POST E COMENTE A RESPEITO DA TEMÁTICA! 04/08/11

VOCÊ SABIA!

Posted by João Luis


O ÍNDICE BIG MAC, CALCULADO PELA REVISTA "THE ECONOMIST" APONTA QUE O REAL É A MOEDA MAIS CARA DO MUNDO.
DE ACORDO COM O ESTUDO, QUE ESTE ANO PASSOU A CONSIDERAR NÃO APENAS O PREÇO DO SANDUÍCHE, MAS TAMBÉM O PIB PER CAPITO DOS PAÍSES, A MOEDA BRASILEIRA ESTÁ 149% SOBREVALORIZADA SOBRE O DÓLAR, MAIS QUE QUALQUER OUTRA DO MUNDO.

EM SEGUIDA, APARACEM O PESO COLOMBIANO, COM SOBREVALORIZAÇÃO DE 108% SOBRE A MOEDA NORTE AMERICANA, E O ARGENTINO, COM 101%.
NO CRITÉRIO ANTIGO, NO ENTANTO, QUE CONSIDERA APENAS O PREÇO DO SANDUÍCHE, O BRASIL SE MANTÉM ATRÁS DA NORUEGA, SUÍÇA E SUÉCIA. O BIG MAC POR AQUI CUSTA US$ 6,16, O QUARTO MAIS CARO DA LISTA. O BIG MAC MAIS CARO DO MUNDO É O DA NORUEGA VENDIDO POR US$ 8,31.

INTERESSANTE O INDICADOR. SERIA UM BOM ABALIZADOR DO TAMANHO DA ECONOMIA? OU APENAS, UMA EVIDÊNCIA DE UM MONOPÓLIO NO SETOR DE FAST FOOD? MELHOR COMER UM HOT DOG DE R$ 2,00, COM DIREITO A UM COPO DE REFRIGERANTE. POST E COMENTE A RESPEITO! 29/07/11

ONDA DE CALOR NO HEMISFÉRIO NORTE ACELERA DEGELO DO ÁRTICO

Posted by João Luis


A ONDA DE CALOR QUE ATINGIU O HEMISFÉRIO NORTE NESTE MÊS ACELEROU O DEGELO DO ÁRTICO. CIENTISTAS AMERICANOS ALERTAM QUE A REGIÃO PODE TER EM 2011 A MENOR EXTENSÃO DE GELO MARINHO REGISTRADO.

SEGUNDO O NSIDC (CENTRO NACIONAL DE DADOS DE GELO E NEVE DOS EUA), O GELO MARINHO NO OCEANO ÁRTICO ESTÁ A CAMINHO DE FICAR ABAIXO DO NÍVEL DE 2007, QUANDO BATEU O SER RECORDE.


NAQUELE ANO, A PAISAGEM NOROESTE, QUE LIGA O ATLÂNTICO AO PACÍFICO PELO NORTE DO CANADÁ, FOI ABERTA PELO DEGELO PELA PRIMEIRA VEZ EM SÉCULOS. A PASSAGEM AINDA NÃO SE ABRIU NESTE ANO.

MAS NO ÚLTIMO DOMINGO (24) A ÁREA COBERTA PELO GELO MARINHO ERA DE 7,56 MILHÕES DE KM2, QUASE 3 MILHÕES DE KM2 INFERIOR À MÉDIA DE 1979-2000.


EM JULHO, O ÁRTICO TEM PERDIDO A CADA DIA UMA ÁREA MAIOR QUE A DO ESTADO DE PERNAMBUCO EM SUA COBERTURA DE MAR CONGELADO. ISSO SE DEVE A TEMPERATURAS ANORMAIS: O POLO NORTE ESTÁ DE 6Cº A 8Cº MAIS QUENTE QUE O NORMAL NESTE MÊS. NO LITORAL DA SIBÉRIA, ELAS ESTÃO DE 3Cº A 5Cº MAIORES QUE O NORMAL.

O GELO MARINHO NO ÁRTICO TEM UM "PULSO ANUAL": ELE ATINGE SUA EXTENSÃO MÁXIMA NA PRIMAVERA, EM ABRIL, E SUA MÍNIMA EM SETEMBRO, NO OUTONO.

O AQUECIMENTO DO PLANETA TEM CAUSADO MAIS DEGELO NO VERÃO E MENOS RECONGELAMENTO NO INVERNO.
O GELO E A NEVE REFLETEM 90% DA RADIAÇÃO SOLAR DE VOLTA PARA O ESPAÇO (ALBEDO). O MAR EXPOSTO AO DERRETIMENTO DO DEGELO MARINHO, POR OUTRO LADO, AUMENTA A ABSORÇÃO DE RADIAÇÃO, ELEVANDO AINDA MAIS A TEMPERATURA, PORQUE É MAIS ESCURO. É POR ISSO QUE O AQUECIMENTO GLOBAL É MAIS GRAVE NO ÁRTICO QUE NO RESTO DO MUNDO.


PELO VISTO, O CAMINHO DO DEGELO PLANETÁRIO NÃO APRESENTA UM QUADRO DE MUDANÇAS A CURTO PRAZO. OS MAIORES MANANCIAIS ESTÃO NOS POLOS. ALÉM DE PERDERMOS ÁGUA, AJUDAMOS A PROMOVER MAIS AQUECIMENTO PELA FALTA DO GELO. ESTAMOS A CAMINHO DO APOCALIPSE? APENAS A SOCIEDADE CAPITALISTA DE CONSUMO É CULPADA? UM CICLO NATURAL DO PLANETA? COMO VAMOS LIDAR COM ENCHENTES, SECAS PROLONGADAS E ONDAS DE CALOR? POST E COMENTE A RESPEITO DA TEMÁTICA! 27/07/11

NATUREZA: CURIOSIDADE

Posted by João Luis



VENTOS QUE ATINGIRAM O SUL DA AUSTRÁLIA ENTRE TERÇA E QUARTA-FEIRA DA CORRENTE SEMANA FORAM TÃO FORTES QUE REVERTERAM PARTE DE UM FLUXO DE UMA CACHOEIRA AO SUL DE SYDNEY. A VELOCIDADE DOS VENTOS ATINGIU OS 120 KM/HORA, E CHOVEU EM UM ÚNICO DIA A MÉDIA MENSAL DA CIDADE.
A METEOROLOGIA PREVÊ AINDA UMA PIORA NOS PRÓXIMOS DIAS. A PREVISÃO É QUE AS ONDAS NA ZONA COSTEIRA ALCANCEM 5 METROS DE ALTURA E OS VENTOS NAS GRANDES QUEDAS D' ÁGUA POSSAM REVERTER POR COMPLETO O SENTIDO DA VAZÃO.

POSTE COMENTE A RESPEITO! 22/07/11

GOVERNO FAZ MUTIRÃO CONTRA IMPACTO SOCIOAMBIENTAL EM BELO MONTE

Posted by João Luis




O GOVERNO COMEÇA HOJE (20) NA REGIÃO DA HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE, NO RIO XINGU (PA), UMA FORÇA-TAREFA PARA TENTAR REDUZIR OS IMPACTOS SOCIO AMBIENTAIS DA OBRA. ONZE MUNICÍPIOS DEVERÃO SER ATENDIDOS PELO MUTIRÃO, QUE INCLUI MEDIDAS DE REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL E FUNDIÁRIA E AÇÕES DE SAÚDE.

DE ACORDO COM O MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, A OPERAÇÃO DEVE ATENDER A CERCA DE 300 MIL HABITANTES DA REGIÃO DA HIDRELÉTRICA, QUE SERÃO AFETADOS DIRECTA OU INDIRETAMENTE PELO CONSTRUÇÃO DO EMPREENDIMENTO.

A CONCESSÃO DA LICENÇA DE INSTALAÇÃO PARA INÍCIO DAS OBRAS COMEÇOU A A TRAIR NOVOS MORADORES E, ATÉ O FIM DA CONSTRUÇÃO, PELO MENOS 100 MIL PESSOAS DEVEM MIGRAR PARA A REGIÃO.


BELO MONTE É O MAIOR EMPREENDIMENTO ENERGÉTICO DO PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC) E TERÁ A CAPACIDADE PARA GERAR ATÉ 11 MIL MEGAWATTS. O PROJETO É ALVO DE DEZ AÇÕES JUDICIAIS QUE QUESTIONAM A VIABILIDADE ECONÔMICA, SOCIAL E AMBIENTAL DA OBRA.


PELO VISTO O EMPREENDIMENTO VAI SAIR. SERIA POR ISSO A SAÍDA DE MARINA SILVA DO PV? QUANTAS OUTRAS FONTES ENERGÉTICAS PODERIAM SER UTILIZADAS? AS GRANDES CONSTRUTORAS AGRADECEM! POST E COMENTE A RESPEITO DA TEMÁTICA! 20/07/11