Quase todo o genoma humano tem alguma função, diz pesquisa

Posted by João Luis


Parece que a ciência finalmente está começando a abrir a caixa-preta do genoma. Um novo olhar sobre o conjunto do DNA humano indica que ao menos 80% de seus 3 bilhões de "letras" químicas têm alguma função.
E sim, isso é surpreendente --porque, desde que o genoma humano foi soletrado pela primeira vez, há 12 anos, a impressão que ficou é que 95% dele era "DNA-lixo".
Tal tralha evolutiva não era mais usada pelo organismo para a suposta função primordial dos genes: servir de receita para a produção das proteínas que constroem o organismo (veja infográfico abaixo).
Agora, porém, um megaconsórcio de cientistas, o Encode, liderado pelo britânico Ewan Birney, diz que o "lixo" é uma ilusão.
Embora não estejam diretamente ligadas à produção de proteínas, quase todas as áreas do genoma teriam função reguladora ou serviriam de "molde" para a produção de vários tipos de RNA, outra molécula crucial para a vida.
É possível pensar nesses elementos reguladores como uma série de botões de liga e desliga, que atuam sobre o mesmo gene ou sobre genes diferentes. Mas a coisa é ainda mais complicada.
Isso porque eles não regulam apenas dois estados simples de "ligado" e "desligado". Podem fazer o mesmo gene produzir várias proteínas diferentes, por exemplo. Podem atuar um sobre o outro, potencializando ou diminuindo sua ação.
"Essas diferenças regulatórias talvez sejam as principais responsáveis por aspectos que tanto nos intrigam: existem sequências de DNA que nos fazem 'humanos'? Quais as alterações genéticas que diferenciam cada um de nós?", exemplifica Emmanuel Dias-Neto, biólogo molecular do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo.
"Todos esses aspectos, incluindo a patogênese de doenças complexas, que são a imensa maioria, são impactados por esses achados. E as doenças complexas são ainda mais complexas do que imaginávamos", diz ele.
Tom Whipps/Nature
À direita, os cientistas Ewan Birney, Tim Hubbard e Roderic Guigo com "dançarinas do DNA" em apresentação do estudo
Os cientistas Ewan Birney, Tim Hubbard e Roderic Guigo com "dançarinas do DNA" em apresentação do estudo
Para Dias-Neto, os pesquisadores de hoje têm uma vantagem crucial para melhorar ainda mais essa análise: custo. Hoje, soletrar um genoma inteiro custa "só" US$ 1.000.
A revista britânica "Nature", onde o grosso dos dados está saindo hoje, numa montanha de artigos científicos, fez questão de marcar o feito com pompa. Após a conferência em Londres na qual os resultados foram anunciados, houve até a apresentação de uma "dança do DNA".

OS SEGREDOS DO CORPO HUMANO ESTÃO SENDO DESVENDADOS. ESTAREMOS PERTO DE DECIFRAR O CÓDIGO GENÉTICO POR INTEIRO? PODEREMOS REALIZAR CORREÇÕES EM SUPOSTAS ALTERAÇÕES NOS GENS? ESTAMOS BRINCANDO DE CRIADORES? O BLOG É ECLÉTICO NAS TEMÁTICAS. POST E OPINE! 13/09/12

Pai dos Brics: este é o ano dos emergentes do Mist

Posted by João Luis

 Jim O'Neill (Foto: Divulgação)
Jim O’Neill, presidente do Goldman Sachs Asset Management, acredita que, este ano, o grupo formado por México, Indonésia, Coreia do Sul e Turquia (Mist) é melhor aposta que os Brics (grupo criado por ele, composto por Brasil, Rússia, Índia e China).
O bom momento vivido por Indonésia e Turquia e uma possível revisão das notas do México devem fazer com que o grupo de “novos emergentes” tenha desempenho melhor que os países do Brics.
Mas, alerta O´Neill, os Mists não desbancarão os Brics.
- A China é duas vezes maior que os quatro países do Mist juntos, lembra o economista.
Para ele, a possibilidade de o México desbancar o Brasil no grupo dos Brics nos próximos anos é zero.
É a hora e vez dos emergentes. Nunca tivemos em tamanha evidência na economia globalizada. Teremos uma união de forças e não uma quebra. Deveremos transitar pelo século XXI criando grandes incomondos aos países considerados centrais. Vejo como uma renovação geopolítica mundial. Post e comente a temática! 11/09/12.

Custo de mão de obra chinesa sobe e indica mudanças

Posted by João Luis

Um dos maiores trunfos para a atratividade econômica da China e motor de seu crescimento exponencial nas últimas décadas --a mão de obra barata-- começa aos poucos a mudar.
Um estudo divulgado nesta terça-feira (4) pela USP (Universidade de São Paulo), que se aprofundou nas principais mudanças do país nas últimas décadas, mostra como a média salarial do chinês vem aumentando rapidamente.
Este fenômeno, ao lado da criação e do fortalecimento de leis e direitos trabalhistas mais rígidos, pode até começar a reduzir as vantagens competitivas da potência chinesa em relação ao resto do mundo.
"Os impactos mais intensos serão sentidos pelas indústrias tradicionais, e outros países poderão ter mais fôlego para ganhar participação no mercado global em relação à China", disse o professor e pesquisador da FEA/USP, Gilmar Masiero, responsável pelo estudo.
"Hoje não dá para pensar o desenvolvimento da nossa economia sem pensar no desenvolvimento econômico chinês", disse Roger Leal, secretário-executivo da SAE/PT (Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República), que encomendou a pesquisa à USP. "Queríamos ter um raio-x completo do país para podermos saber como lidar com ele."
Os dados levantados pela pesquisa mostraram que o aumento do salário médio do chinês foi de 19,8% ao ano, no período de 2005 a 2009 --mesmo que a média atual, de US$ 327 por mês (R$ 664,76), continue violentamente abaixo da média mundial.
O valor é ainda seis vezes mais barato que o salário de um trabalhador brasileiro, e 24 vezes menor que o rendimento médio nos Estados Unidos. Em 1998, um chinês ganhava 40 vezes menos que o norte-americano.
LEIS TRABALHISTAS E GREVES
Ainda assim, outros fatores também começam a reconfigurar as relações trabalhistas na China --que, nas últimas três décadas, se baseou em pilares como os migrantes ilegais vindos das áreas rurais, exploração da mão de obra feminina, ainda mais barata, e, claro, o aumento da população, fator que consolidou o país como o maior mercado de consumo do mundo e, sozinho, foi o responsável por um quarto do crescimento econômico de 1980 a 2000.
Um aumento demográfico bem mais baixo, o envelhecimento da população e a substituição das gerações mais antigas de migrantes por jovens com outra formação cultural remodelam aos poucos este perfil, e colaboram para pressionar os salários para cima.
O fortalecimento de leis trabalhistas, bem como do movimento sindical --tradicinalmente controlado pelo governo e pelas empresas-- também pesam na balança.
Em 2008, o país promulgou uma nova lei trabalhista com pesadas proteções ao trabalhador, como a obrigatoriedade de contrato, o direito de entrar diretamente com ações (antes possível apenas via sindicatos) e a proibição de demissão sem justa causa.
Desde então, uma leva de greves desponta nas principais metrópoles chineses. Honda, Hyundai, Toyota e Foxconn são algumas das companhias que sofreram com protesto de funcionários em suas filiais chinesas desde 2010. 
As coisas estão mudando na China. Bastou passar a ser a 2ª economia do mundo e o socialismo de mercado começa a cobrar seu ônus. Poderá ser a reviravolta dos BRICS? O Brasil poderá tirar dividendos da situação? Post e comente a respeito da temática! 05/09/12.

Em vídeo, Farc confirmam diálogo de paz com governo e criticam Brasil

Posted by João Luis

O líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Rodrigo Londoño Echeverry, confirmou os diálogos de paz com o governo do país em um vídeo publicado nesta segunda-feira.
Conhecido como Timochenko ou Timoleón Jiménez, ele aparece no início das imagens em um pronunciamento. "Chegamos à mesa de diálogo sem rancores nem arrogâncias".



Líder das Farc confirma diálogo de paz em vídeo divulgado nesta segunda; guerrilha critica Brasil
Líder das Farc confirma diálogo de paz em vídeo divulgado nesta segunda; guerrilha critica Brasil
Após o pronunciamento, o chamado "Vídeo pela Paz" mostra um grupo de jovens guerrilheiros fazendo um rap em uma área de floresta. Na música, chamam o presidente Juan Manuel Santos de "pedante e burguês" que viu a necessidade de pedir a Cuba que medeie os diálogos de paz.
"Vou para Havana, desta vez para conversar com o burguês que nos procurava e não nos pôde derrotar. Vou para Havana, desta vez para conversar com aquele que me acusava de mentir sobre a paz. Vou para a Havana, sabem com que emoção vou conversar sobre a sorte da minha nação".
Na letra, os jovens criticam o Brasil por vender ao governo colombiano os aviões militares Super Tucanos, da Embraer, usados em operações aéreas contra a guerrilha. Os Estados Unidos também são lembrados por seu apoio no chamado Plano Colômbia.
Na semana passada, o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, confirmou a aproximação com as Farc, depois que o canal de televisão internacional Telesur e outros meios informarem sobre o encontro entre as partes em Havana.
Em um discurso público ao país, Santos disse que "se desenvolveram conversas iniciais com as Farc para buscar o fim do conflito", sem dar mais informações.
As Farc pegaram em armas em 1964 e contam com 8.500 combatentes, segundo números oficiais. Começou como uma guerrilha com cunho ideológico, vinculada à esquerda radical, mas se tornou em um dos principais grupos associados ao narcotráfico.
ACORDO
Segundo documento que mostra o acordo, as negociações começarão em Oslo, na Noruega, e depois serão transferidas para Havana, onde serão desenvolvidas.
As conversas terão o apoio dos governos de Cuba e da Noruega, em ambos casos como "fiadores", e da Venezuela e Chile como "observadores".
Os detalhes aparecem no chamado "Acordo Geral para o Fim do Conflito e a Construção de uma Paz Estável e Duradoura", revelado na última segunda (27).
As partes signatárias do acordo assumem o compromisso de "pôr fim ao conflito como condição essencial para a construção da paz estável e duradoura" e "iniciar conversas diretas e ininterruptas".
A agenda do diálogo girará sobre os seguintes temas gerais: "política de desenvolvimento agrário integral, participação política, fim do conflito, solução ao problema das drogas ilícitas, vítimas e implementação, verificação e referenda". 
A América Latina e sua geopolítica. Post e comente a temática! 04/09/12. 

Pesquisa cria índice global de saúde dos mares

Posted by João Luis

Um grupo de cientistas acaba de produzir o primeiro índice global de saúde dos oceanos, uma ferramenta que deve ajudar a avaliar o estado dos mares da Terra.
O índice leva em conta os principais fatores que influenciam a qualidade dos ecossistemas marinhos e das atividades econômicas que dependem deles: a viabilidade da pesca, a presença de biodiversidade, a capacidade dos mares de estocar gases do efeito estufa e o turismo, entre outros quesitos.
Cada um dos dez fatores recebe uma "nota" de 0 a 100, que depois é ponderada para chegar a uma nota da saúde geral do mar em cada região do planeta.
A pesquisa, publicada na revista científica britânica "Nature", deu uma pontuação de 60 à média da saúde dos mares do planeta. Entre as regiões, a nota mais baixa, 36, foi para Serra Leoa, no oeste da África. A mais alta foi 86, para a ilha Jarvis (desabitada), perto do Havaí. O Brasil, com uma nota geral de 62, se saiu ligeiramente melhor que a média dos países.



"Não dá para fazer o manejo sustentável da saúde do oceano sem ter uma ferramenta para medi-lo", explica Ben Halpern, diretor do Centro de Avaliação e Planejamento Marinho da Universidade da Califórnia em Santa Barbara e um dos líderes do projeto. Para ele, o índice dá às populações que exploram os oceanos uma ideia de como suas práticas afetam os recursos marinhos dos quais dependem para viver.
Segundo Halpern, a "nota" geral de 60 indica que, embora muita coisa precise ser melhorada, "há coisas boas acontecendo" em termos de conservação marinha.
A maioria das regiões marinhas estudadas pelo projeto ficam em águas a uma distância máxima de 350 km da costa de cada país, as chamadas zonas econômicas exclusivas nacionais, sobre as quais cada país tem direitos de exclusividade de exploração.
No geral, países em desenvolvimento tiraram notas mais baixas, enquanto as nações mais ricas tinham pontuação mais elevada. Há, porém, exceções: países pobres como Seychelles e Suriname tinham pontuação alta, contra notas baixas da Polônia e de Cingapura. 
Post e comente a temática! 04/09/12.

Ban pede que Irã prove que seu programa nuclear é pacífico

Posted by João Luis

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, se reuniu com o presidente e o líder supremo do Irã nesta quarta-feira, em Teerã, para pressioná-los a tomar medidas concretas que provem que o programa nuclear do país é pacífico. Além disso, Ban pediu para que as autoridades iranianas usem sua influência para ajudar a encerrar o conflito de 17 meses na Síria.
O porta-voz de Ban, Martin Nesirky, disse que nas reuniões separadas com o presidente Mahmoud Ahmadinejad e o líder supremo aiatolá Ali Khamenei, o chefe da ONU afirmou que ataques verbais contra Israel são ofensivos, inflamatórios e inaceitáveis.
Ban chegou a Teerã nesta quarta-feira para a cúpula do Movimento dos Países Não Alinhados, que reúne 120 nações. Ele desafiou os apelos dos Estados Unidos e de Israel para boicotar o evento.



Foto divulgada pelo governo do Irã mostra o secretário da ONU, Ban Ki-moon, conversando com o aiatolá Khamenei
Foto do governo do Irã mostra o secretário da ONU, Ban Ki-moon, conversando com o aiatolá Khamenei
PROGRAMA NUCLEAR
"Ele (Ban) disse que o Irã precisa tomar medidas concretas para responder às preocupações da Agência Internacional de Energia Atômica e provar ao mundo que seu programa nuclear tem fins pacíficos", afirmou Nesirky, de Teerã, a jornalistas em Nova York.
O Irã alega que seu programa é pacífico, mas as potências ocidentais e seus aliados temem que ele busque o desenvolvimento de armas atômicas. O Irã foi alvo de quatro rodadas de sanções do Conselho de Segurança da ONU por ter recusado a interrupção de seu programa de enriquecimento nuclear.
SÍRIA
Sobre a Síria, Ban fez um apelo aos líderes do Irã para que eles usem sua influência e peçam ao ditador sírio, Bashar Assad, que acabe com a violência e crie as condições para o "diálogo crível e um verdadeiro processo político que faça a vontade do povo sírio".



O presidente do Irã, Mahmud Ahmadineyad (dir), com o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, em Teerã
O presidente do Irã, Mahmud Ahmadineyad (dir), com o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, em Teerã
"O secretário-geral acredita que o Irã, dada a sua influência regional e sua influência na Síria, tem um papel importante a desempenhar no conflito e pode ser uma parte da solução", disse Nesirky, acrescentando que Ban também apelou a todos os países a deixar de fornecer armas para todos os lados na Síria.
Na semana passada, a ONU disse que o Irã parecia estar fornecendo armas à Síria, cujo conflito de 17 meses começou como uma revolta popular contra Assad e virou uma guerra civil.
Os Estados Unidos, juntamente com outras nações ocidentais, têm sido extremamente cautelosos sobre os esforços do Irã para resolver a crise na Síria. No entanto, também disseram que Teerã tem um papel a desempenhar.
"O papel que o Irã pode desempenhar é o de romper com o regime de Assad e parar de fornecer apoio material e armas", disse a porta-voz do Departamento de Estado, Victoria Nuland, em entrevista coletiva. 
A geopolítica mundial precisa ter na ONU um papel mais eficiente nas questões de interesse internacional. O programa nuclear iraniano e a ditadura na Síria são situações que estão em evidência a quanto tempo? Quais atitudes pontuais foram tomadas até então? Qual o verdadeiro papel da ONU? Atender aos interesses dos Estados Unidos? Post e comente a temática com profundidade! 30/08/12

Bill Clinton diz que Brasil é número 1 entre economias emergentes

Posted by João Luis

 
O Brasil parece ter as melhores perspectivas no longo prazo entre as potências econômicas emergentes, graças a sua estrutura política estável, aos amplos recursos naturais e ao bom relacionamento com os vizinhos, disse nesta terça-feira (28) o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, em um apoio evidente a uma economia que ultimamente tem enfrentado dificuldades.
"Se eu estivesse sentado em uma sala apostando sobre o futuro dos países em ascensão, eu apostaria primeiro no Brasil", afirmou Clinton.
A economia brasileira permaneceu estagnada no ano passado e deve crescer apenas 1,7% em 2012 --menos do que a metade da média estimada para a América Latina.
Alguns líderes empresariais acreditam que o modelo de crescimento do país liderado pelas commodities e pelo crédito praticamente se esgotou, e pedem que o governo corte os impostos e tome outras medidas urgentes para estimular o investimento.
Falando em um fórum de banqueiros em São Paulo, Clinton reconheceu alguns problemas, mas disse que o Brasil ainda "parece muito bem" em comparação com as economias em crise na Europa e nos Estados Unidos.
O ex-presidente norte-americano afirmou que o Brasil está comparativamente melhor do que a Índia, que enfrenta dificuldades com uma agenda de reforma econômica estagnada, e a China, que apresenta tensões com alguns de seus vizinhos e corre o risco de sofrer com escassez de água e outros recursos naturais.
A China "daria tudo para ter os problemas ambientais que vocês têm", disse Clinton a uma plateia formada em sua maioria por brasileiros.
Clinton falou ao lado de outros dois líderes proeminentes que também defenderam o livre mercado e a globalização durante os anos 1990 --o ex-premiê britânico Tony Blair e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Blair citou o progresso do Brasil na redução da pobreza e da desigualdade ao longo das últimas duas décadas, dizendo que o país é uma inspiração para as nações africanas onde tem passado seu tempo ultimamente e ainda uma prova de que o capitalismo liberal ainda funciona, apesar da crise nos países da União Europeia e entre outras nações ricas.
O Brasil levou mais de 30 milhões de pessoas --cerca de 15% de sua população-- para a classe média durante a última década.
Fernando Henrique Cardoso afirmou, por sua vez, que a presidente Dilma Rousseff e o antecessor Luiz Inácio Lula da Silva têm dependido muito do estímulo ao crédito público e do setor privado, enquanto escorregam no rigor fiscal.
"Há a impressão de que as coisas estão iguais (como nos anos 1990), mas na realidade houve muita mudança", afirmou.
O fórum foi promovido pelo banco de investimento Itaú BBA, uma unidade da Unibanco Holding. 
Ex presidente com esse zelo todo com o Brasil é para desconfiar? Você acredita em todo esse crescimento? Post e comente a temática! 29/08/12.