O fotógrafo britânico Carsten Peter fez registros inéditos das profundezas da caverna Hang Son Doong, no Vietnã, a maior do mundo. A passagem subterrânea é tão grande que seu fim ainda não foi encontrado.
Peter acompanhou uma equipe da Associação Britânica de Pesquisa de Cavernas, que descobriu a entrada do local em 2009. A caverna já havia sido usada como esconderijo contra os bombardeios americanos durante a Guerra do Vietnã.
As novas expedições mostram que o espaço tem pelo menos 4,5 km e chega a 140 m de altura em algumas partes.
Por causa da descoberta, a passagem subterrânea vietnamita passou a ser considerada a maior do mundo, ultrapassando a caverna do Veado, na ilha de Bornéu, que tem 1,6 km de comprimento e 91 metros de altura.
Peter, que é explorador há 35 anos, descobriu até mesmo uma floresta escondida dentro da caverna.
"Visitei tantas cavernas que perdi a conta, mas esta é certamente uma das mais únicas e incomuns que já vi", disse o fotógrafo.
Post e comente a respeito da temática! 23/08/11
O anúncio foi feito depois que a ONU denunciou que o país tem sido cenário de graves crimes contra a humanidade.
Assad lidera uma violenta repressão contra seus opositores, que, segundo ativistas de direitos humanos, já deixou mais de 2.000 mortos.
"É chegado o momento que o Conselho de Segurança tome mais medidas para aumentar a pressão sobre os responsáveis pela violência contra os civis sírios, assim vamos trabalhar em uma resolução nos próximos dias", disse à imprensa o vice-embaixador britânico na ONU, Philip Parham.
A vice-embaixadora americana na ONU, Rosemary DiCarlo, disse que Washington também apoiava "medidas adicionais" do Conselho de Segurança contra a Síria.
CRIMES CONTRA A HUMANIDADE
A ONU (Organização das Nações Unidas) afirmou nesta quinta-feira que existem indícios de crimes contra a humanidade na sistemática repressão por parte do regime da Síria das revoltas civis opositoras.
O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos divulgou o relatório elaborado pela missão que visitou recentemente o país, no qual constata inúmeros casos de assassinatos e desaparecimentos, tortura e detenções ilegais.
O documento menciona "um conjunto de violações dos direitos humanos que constitui um ataque generalizado ou sistemático contra a população civil" e pede ao Conselho de Segurança da ONU que "examine um recurso ante o Tribunal Penal Internacional sobre a situação na Síria".
Bashar Assad, o ditador sírio, enfrenta crescente pressão internacional para parar a repressão e deixar o poder. Durante conversa por telefone com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, Assad afirmou que as operações militares contra opositores haviam sido suspensas.
"Todas as operações militares e as prisões em massa vão cessar de forma imediata", disse o porta-voz da ONU Farhan Haq.
EUA
O presidente Barack Obama exigiu nesta quinta-feira que o ditador sírio, Bashar Assad, renuncie, em comunicado enviado pela Casa Branca.
Obama afirmou que chegou o momento de Assad deixar o poder. "O futuro da Síria deve ser determinado por sua população, mas Bashar Assad está ficando no meio do caminho".
"Assad acredita que pode silenciar as vozes de seu povo usando táticas repressivas do passado. Mas ele está errado", disse. "É hora do povo sírio determinar o próprio destino, e vamos continuar firmemente a seu lado".
Em comunicado, porém, o presidente afirmou que os EUA não vão e não podem impor uma transição na Síria, uma vez que a população não deseja uma intervenção estrangeira na mobilização que criaram.
"O que os EUA vão apoiar é o esforço de criar uma Síria que seja democrática, justa e inclusiva para todos os sírios. Vamos apoiar isso pressionando Assad a sair do caminho dessa transição e defendendo os direitos universais dos sírios com os demais na comunidade internacional".
Entre as formas de pressão, o governo americano anunciou "sanções sem precedentes" com o objetivo de aprofundar o isolamento do regime de Assad para inviabilizar o financiamento de sua repressão contra os opositores.
O presidente assinou uma ordem executiva pedindo o congelamento de fundos do governo sírio nos EUA e proibindo os cidadãos americanos de se envolverem em qualquer tipo de transação envolvendo o regime do ditador.
A ordem, segundo comunicado, também bane importações de petróleo sírio e derivados, proíbe os americanos de lidar com produtos petrolíferos do país, bem como investimentos e operações na Síria. "Esperamos que as sanções [anunciadas] hoje sejam amplificadas por outros".
EUROPA
Poucos minutos depois do pedido de Obama, a União Europeia também soltou um comunicado requerendo que Assad deixe o poder e inicie um processo de transição no país.
A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, afirmou em comunicado que "a UE nota a perda completa da legitimidade de Bashar Assad aos olhos do povo sírio" e a necessidade de que ele deixe o poder.
Os líderes da França, Alemanha e Reino Unido também disseram, em comunicado conjunto, que o ditador deve renunciar pelos "interesses maiores da Síria e unidade de seu povo".
O presidente francês, Nicolas Sarkozy; a chanceler alemã, Angela Merkel; e o premiê britânico David Cameron, anunciaram ainda novas sanções contra o regime de Assad. Os três pediram que o ditador coloque um "fim imediato a toda violência", liberte os opositores presos e permita o acesso das Nações Unidas para conduzir uma missão de monitoramento da situação sem entraves.
A caça aos regimes totalitários continua. A "bola da vez" é a Síria. O conselho de segurança da ONU parece querer mostrar serviço, após muito desgaste em ações anteriores. Vamos aguardar os próximos capítulos e verificarmos o destino de mais um ditador no mundo árabe. Post e comente a respeito da temática! 19/08/11
O Brasil precisa ter áreas significativas de florestas ao redor das plantações de cana para ter mais eficiência no sequestro de carbono.
Essa é a conclusão de um grupo de cientistas liderado pelo biólogo da USP Marcos Buckeridge, diretor científico do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia.
Em artigo aprovado pela revista Global Change Biology Bioenergy, ele e colegas afirmam que áreas florestais intercaladas com a cana, técnica batizada de caminho de meio, reduziria o impacto da produção quanto às emissões de carbono.
Isso aconteceria principalmente onde ainda são feitas queimadas após a colheita.
EMISSÕES
Hoje, 75% das emissões de carbono do Brasil vêm da atividade agropecuária.
A cana consegue absorver cerca de 7,4 toneladas de carbono por hectare a cada ano.
Em média, estima-se que a plantação emita 800 kg de carbono a mais por ano do que é capaz de absorver, por causa das emissões do transporte e da queima.
As florestas absorvem 17 vezes mais: 140 toneladas ao ano. Essa taxa é ainda maior nas florestas mais novas (de até 30 anos) e em fase de crescimento.
Os pesquisadores querem agora a área de floresta necessária para reduzir os impactos da produção.
Vamos levantar quantas florestas ainda existem na região dos canaviais de São Paulo para ver quanto mais teríamos de plantar, afirma Buckeridge.
Ele participou de um evento internacional da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) sobre Bioetanol, que vai até amanhã, em Campos do Jordão (SP).
O biólogo quer calcular quanto carbono é armazenado por esses fragmentos de floresta e analisar os benefícios que a presença de áreas florestadas podem trazer ao cultivo.
Esse trabalho será feito em parceria com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e deve ficar pronto em dois meses.
É uma pena não termos os dados antes da votação do Código Florestal [que tramita no Senado].
O novo código prevê a redução de áreas florestais para aumentar atividade agropecuária em regiões como margens de rios.
Solução ecologicamente correta. No entanto é importante salientar que os canaviais precisam de grande área de cultivo para apresentar bons resultados, devido a sua baixa produtividade por hectare. No sudeste haveria espaço para a cana e áreas de reflorestamento? E a demanda nacional por cultivo energético e alimentício, permite a presença dos dois manejos ao mesmo tempo? Post e comente a temática. 18/08/11
O agronegócio sairia ganhando se visse a Amazônia como galinha dos ovos de ouro. Se a floresta morre, as chuvas na região secam, e o lucro evapora junto.
É o que pensa o biólogo americano Thomas Lovejoy, 69, pioneiro nas pesquisas sobre a região amazônica.
Quando visitou a floresta pela primeira vez, em 1965, ele era um jovem biólogo à procura da maior aventura possível. Pai de gêmeas cariocas, de férias no país, defendeu que o cuidado com a Amazônia seja parcelado entre várias nações.
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Folha - O sr. afirma que a devastação na Amazônia pode chegar a um limite, a partir do qual o sumiço da floresta seria um caminho sem volta. Estamos perto?
Thomas Lovejoy - O Banco Mundial pôs US$ 1 milhão num estudo que projeta pela primeira vez os efeitos de mudança do clima, queimada e desmatamento juntos. Os resultados sugerem que poderia haver um ponto de inflexão em 20% de desmatamento [da floresta original]. Estamos bem perto, 18%.
Isso significa que áreas do sul e sudeste da mata vão começar a secar e se transformar em cerrado. É como jogar uma roleta de dieback [colapso] na Amazônia.
Com o desmatamento subindo de novo, qual é o prazo para esses 20%?
Não fiz cálculos, mas não tomaria muito tempo. Pode ser cinco anos, se continuar assim. Claro que [a devastação] traz implicações para os padrões de chuva, incluindo as áreas agroindustriais de Mato Grosso e mais ao sul, até o norte da Argentina.
O ex-governador [Eduardo] Braga [AM] costumava dizer ao ex-governador [Blairo] Maggi [MT]: Sua soja depende da chuva no meu Estado.
Quais as consequências para a agricultura?
Agricultura e economia teriam menos chuvas. E elas dependem da chuva. Talvez não em São Paulo, mas mais ao oeste, com a água passando pelas hidrelétricas, em projetos como Belo Monte.
O sr. estuda a Amazônia há mais de quatro décadas. Quais previsões deram certo e quais passaram longe?
Meu primeiro artigo sobre a Amazônia, escrito em 1972, chamava-se Transamazônica: estrada para a extinção?. Não acho que alguém tinha a capacidade de imaginar a soma de desmatamento que ocorreu. Lembro quando as primeiras imagens de satélite saíram, nos anos 1980. Todos ficaram surpresos.
Também houve boas surpresas. Uma é a força da ciência brasileira aplicada na Amazônia. A outra é a consciência pública, que em geral é bastante alta no Brasil. E também a extensão das áreas protegidas, incluindo as demarcações de fronteiras indígenas. Tudo isso junto protege 50% da Amazônia, o que é impressionante.
Do jeito que está, o novo Código Florestal pode impedir o crescimento na produção de alimentos?
Não acho que precisemos enfraquecer o [atual] Código Florestal para aumentar a produção agrícola no Brasil.
No caso do gado, o uso médio da terra na Amazônia é de uma cabeça por hectare. Essa é a média mais baixa em qualquer lugar do mundo. É uma questão de organizar a imensa capacidade da Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária], um dos centros líderes de agricultura no mundo.
Comparado com os EUA, o Brasil tem legislação ambiental rígida. Lá, sequer estão na mesa criar coisas como a reserva legal. Pode soar paternalista dizer o que deve ser feito por aqui?
Só estou tentando pensar no que faz sentido para o Brasil, não necessariamente no que faz sentido o Brasil fazer para o resto do mundo. O atual Código Florestal é um dos mais visionários do planeta.
Nos EUA, temos de pagar o preço de não ter tido essa visão há muito tempo. E também não temos florestas tropicais, mais sensíveis.
Economia e ecologia têm a mesma raiz grega: oikos, que remete a casa. Não existe ser no planeta que não afete seu ambiente sem consumo e produzir desperdício. A questão da sustentabilidade está nos detalhes de quanto e como se faz isso.
Qual a sua avaliação do governo Dilma no debate?
Até agora, parece muito prático, sério. Como ela vai responder a qualquer que seja o Código Florestal será, claro, um grande teste.
Mas ter deixado claro que o governo Dilma não aprovaria a anistia [aos desmatadores] é um sinal bem positivo.
O que é perigoso, na lei, é a ideia de dar o poder de demarcar as reservas legais aos Estados. Se você vai administrar a Amazônia como sistema, precisa ser consistente.
O sr. conhece a senadora Kátia Abreu, uma das vozes da bancada ruralista?
Não conheço, mas diria a ela: Você precisa tomar cuidado para não matar a galinha dos ovos de ouro. E o ovo de ouro é a chuva.
O caos nas finanças globais tira os holofotes da questão ambiental?
Geralmente, quando há forte recessão econômica, muitas das coisas que causam problemas ambientais se enfraquecem. Alguns dos motores do desmatamento, como os preços da soja e da carne, enfraquecem quando a demanda é menor.
O Brasil é capaz de cuidar sozinho da Amazônia?
O BNDES tem de ser cuidadoso com os projetos de infraestrutura, pois há todos os outros países [amazônicos]. O Brasil não deveria segurar a responsabilidade sozinho. A Amazônia é um elemento-chave no funcionamento do mundo. É do interesse de outros países ajudar o Brasil.
Já chamaram o sr. até de espião da CIA. Há paranoia sobre um complô internacional para roubar a Amazônia?
Isso não tem fundamento. A pior forma de biopirataria é destruir a floresta.
Parte da comunidade científica minimiza o papel do homem no aquecimento global. O que o sr. acha?
Não há quase nenhum cientista com credibilidade que acredite nisso. Nos últimos 10 mil anos, a história climática do planeta foi bem estável. Agora, nós o estamos mudando. Está claro que 2 ºC a mais é muito para a Terra.
Reportagem publicada na "Folha de São Paulo". Post e comente a respeito da temática! 17/08/11
Um pesquisador japonês desenvolveu detectores de radiação que utilizam garrafas PET recicladas em sua fabricação. De baixo custo, a invenção serve para suprir a crescente demanda pelos aparelhos, após o terremoto e o tsunami que atingiram o Japão em março deste ano e provocou um dos piores acidentes nucleares dos últimos 25 anos.
Os detectores criados pelo professor assistente da Universidade de Kyoto, Hidehito Nakamura, em cooperação com a empresa Teijin, cortam em 90% o custo em relação aos equipamentos similares existentes, muitos dos quais são produzidos por empresas estrangeiras.
Chamado de Scintirex, constitui-se de uma resina de plástico que emite um brilho fluorescente quando exposta à radiação. A resina age como um sensor dentro dos detectores, permitindo medir o nível de radiação.
O novo material deve reduzir drasticamente os custos para detectores pessoais de radiação e para aparelhos maiores de monitoramento que serão usados pelo governo e empresas.
Apesar das descobertas de Nakamura terem sido publicadas no periódico científico "Europhysics Letter" no final de junho, o desenvolvimento do produto se acelerou por causa da crescente demanda.
EM CONTA
"Queremos ter um produto pronto até o final de setembro, para atender à crescente demanda após o terremoto de março", disse Toru Ishii, executivo de vendas da Teijin.
O departamento de relações públicas da empresa estima que os sensores para os detectores estarão disponíveis para organizações governamentais e empresas classificadas como prioritárias por aproximadamente US$ 130 dólares (R$ 206) -- um décimo do custo dos aparelhos atuais.
Por enquanto, uma empresa francesa domina o mercado de sensores de radiação. No entanto, Ishii disse que a invenção de Nakamura deve competir nesse setor.
O terremoto e o tsunami massivos de 11 de março destruíram a usina nuclear Fukushima Daiichi, na costa nordeste do Japão, desencadeando o derretimento das barras de combustível e provocando a pior crise nuclear desde Chernobyl, na Ucrânia, em 1986.
Como sempre a necessidade faz a ocasião. Um aparelho que custará 1/10 do valor dos atuais. Fica evidente que as pesquisas apresentam resultados a médio e longo prazo. Além do resultado financeiro, o valor material do equipamento é de grande utilidade como elemento de identificação de áreas com níveis elevados de radioatividade. Post e comente a resepito da temática! 17/08/11
A economia da zona do euro cresceu menos que o previsto no segundo trimestre, pressionada pelo desempenho fraco da Alemanha e a estagnação da França, segundo dados divulgados nesta terça-feira.
A agência de estatísticas Eurostat estimou que o Produto Interno Bruto (PIB) dos 17 países do euro avançou apenas 0,2% no período entre abril e junho sobre o trimestre anterior. A previsão do mercado era de um crescimento de 0,3%.
O resultado ficou bem abaixo do primeiro trimestre, quando a economia regional se expandiu 0,8%.
Entre abril e junho, o ritmo se desacelerou de forma generalizada, sobretudo nas grandes economias do euro, que ou não cresceram, como a França, ou tiveram alta bastante moderada, como a Alemanha (0,1%), Itália (0,3%) e Espanha (0,2%).
No caso da economia alemã, a maior potência do continente, a desaceleração do crescimento foi uma surpresa, visto que as previsões apontavam para uma alta de pelo menos 0,5%.
No primeiro trimestre do ano, os bons dados alemães (+1,3%) e franceses (+0,9%) tinham empurrado o crescimento para cima, uma aceleração da recuperação que não teve continuidade nos últimos meses.
Os melhores números do segundo trimestre na Europa foram os da Letônia (2,2%), Estônia (1,8%), Finlândia (1,2%) e Suécia (1%), enquanto junto à França outros países como Portugal e Hungria ficaram estagnados.
Outras economias de peso da UE como a do Reino Unido e da Holanda cresceram, mas de forma muito tímida, com 0,25% e 0,1%, respectivamente.
Irlanda e Grécia, dois países em dificuldades que se viram obrigados a solicitar um resgate por parte de seus parceiros europeus, não têm dados disponíveis até o momento.
ANUAL
Na comparação com o ano passado, o PIB cresceu 1,7% no segundo trimestre, ante previsões de 1,8% e ante taxa anual de 2,5% no primeiro trimestre de 2011.
Por países, o PIB alemão cresceu 2,8% no segundo trimestre com relação ao mesmo período do ano anterior, um dado que contrasta com o crescimento anualizado de 4,6% entre janeiro e março.
A economia francesa se expandiu em um ano 1,6%, enquanto a italiana e a espanhola ficaram em 0,8% e 0,7%, respectivamente.
Fora da zona do euro, o Reino Unido também registrou uma alta de 0,7% em 12 meses.
A desaceleração vai no sentido contrário das tendências nos Estados Unidos e Japão.
Nos Estados Unidos, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 0,1% a 0,3% entre os dois trimestres. No Japão, devastado pelo terremoto e tsunami de março, a contração foi de -0,9% no primeiro trimestre e de -0,3% no segundo.
BALANÇA COMERCIAL
A zona do euro registrou um excedente comercial de 900 milhões de euros em junho, depois de um resultado de 200 milhões de euros em maio, segundo a agência europeia de estatísticas Eurostat.
Na comparação com maio, as exportações de junho diminuíram 4,7% e as importações 4,1%.
A União Europeia em seu conjunto registrou um deficit comercial de 12,2 bilhões de euros, resultado quase similar ao de maio: 12,3 bilhões de euros.
Durante os cinco primeiros meses do ano, o deficit da UE aumentou no setor de energia (-154,7 bilhões, contra 119 bilhões em janeiro-maio do ano passado).
A crise de 2008 parece não acabar na Europa. Economias como a alemã e francesa, as maiores da Europa, não oferecem sinais de recuperação. O desemprego continua em alta, os juros altos, a economia recessiva e o resto do mundo aguardando um final feliz para o continente. Seria o fim de um período hegemônico da Europa desde a 1ª Revolução Industrial? Um novo desenho das potências econômicas do mundo? Post e comente a respeito da temática! 16/08/11






